Assista ao Vídeo Manifesto dos Indigos - Os Visionários do Caminho





Vídeo Institucional da Escola de Criatividade do Instituto
Mensageiros do Amanhecer






Uma aula numa Oficina da ESCOLA DE CRIATIVIDADE da Casa Índigo

Crianças Índigo (ou Superdotadas)





ÍNDIGOS - OS VISIONÁRIOS DO CAMINHO - Legendado em Português



Se você é um ser Índigo, você também é um Mensageiro do Amanhecer, um Guardião da Chama, um Visionário do Caminho e por isso não deve deixar de assistir este vídeo acima. Ele fala exatamente sobre você e te convida a seguir este movimento cósmico...



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ÍNDIGO (O FILME) - Completo e legendado em português




Publicado em 11/02/2013


O filme ÍNDIGO mostra bem a personalidade de uma criança, que apesar da tenra idade consegue lidar e adaptar-se, perfeitamente, ao meio onde está inserida. Grace a pequena e principal atriz do filme, criança índigo que pode-se caracterizar como índigo interdimensional, (existem outros tipos) consegue lidar perfeitamente com a interdimensionalidade e quando o avô (Neal Donald Wash) lhe diz que tudo não passa de imaginação dela, responde simplesmente e com muita convicção "e quem te disse que a imaginação não é real e que o real não é imaginação?".

 

ÍNDIGO é um filme sobre solidão, redenção e sobre os poderes de cura e graça das novas gerações de crianças índigo, que estão nascendo neste momento no mundo. O núcleo dramático do filme trata da relação que se desenvolve entre um homem, cuja vida e família foram desfeitas por um erro fatal, e a sua neta de dez anos com quem foge com intenção de a proteger de um possível raptor. A meio do caminho ele descobre o poder dos dons da sua neta que mudam para sempre as vidas de todos os que ela encontra no seu caminho.
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As Crianças Índigo - III
(Inês Baptista)

(Artigo publicado no número de Fevereiro da Revista portuguesa "Pais e Filhos", 
da autoria da sua diretora, Inês Baptista).
 


Sensíveis, intuitivas, criativas, algumas com capacidades paranormais, quase todas resistentes à imposição de autoridade e capazes de formular as suas próprias teorias acerca do mundo, as crianças índigo chegam com a missão de transformar a humanidade. São seres da nova energia, arautos da paz, mensageiras da luz. Estão a nascer em todas as casas e é importante aprender a reconhecê-las.
Há quem lhes chame «Crianças das Estrelas», «Crianças do Milênio», «Crianças da Luz». Quem acredite que são «os seres humanos do futuro», quem defenda que chegam a terra «saturadas de uma vibração anímica» que, até agora, não era comum e quem garanta que «sabem quem foram e o que vieram fazer nesta vida». Nancy Ann Tape, uma conhecida parapsicóloga americana, foi quem primeiro as designou como «crianças índigo», depois de ter constatado que era essa a cor da energia que as envolvia. Uma cor azul-índigo que está conotada com o sexto chakra, também conhecido como «terceiro olho». Em termos simbólicos, este é o chakra da percepção consciente da essência, aquele que nos permite ver para além do mundo palpável e nos dota de faculdades psíquicas para podermos perceber os arquétipos.
Não será, assim, pura coincidência o fato de as crianças índigo serem particularmente sensíveis, extremamente intuitivas, e que algumas tenham capacidades paranormais. E mesmo que à primeira vista não seja fácil distingui-las no meio das crianças comuns, os entendidos garantem que elas são cada vez mais em maior número e que estão espalhadas por todo o planeta. À luz de uma perspectiva mais esotérica, o grande dom destas crianças é essencialmente espiritual. Algumas podem até ser superdotadas em termos cognitivos e/ou de aprendizagens, mas não é isso o que realmente as diferencia das outras. Para quem acredita na teoria da reencarnação, as crianças índigo são velhas almas de regresso ao planeta Terra, cuja missão é transformar profundamente a humanidade e o mundo.
Não se pense, porém, que o fenômeno índigo se esgota nas explicações esotéricas da Nova Era e dos seus seguidores. Nelson Lima, neuropsicólogo, diretor do Instituto da Inteligência e da Academia de Sobredotados, Membro da Academia de Ciências da Califórnia, Investigador da Bircham University, entre outras coisas, é apenas um dos muitos cientistas que tenta dotar este fenômeno «de uma teoria credível». Por isso se propõe «analisar os aspectos culturais e sociais que lhe estão associados (e, eventualmente, os espirituais e religiosos)». E explica: «Embora não adote a versão espiritual, não posso, de maneira nenhuma, dizer que não existem fenômenos espirituais, pois todos sabemos que existem. No entanto, vejo as crianças índigo de uma outra perspectiva e, para mim, elas são crianças da nova era, produtos próprios de um novo tempo que criamos, de uma verdadeira tecnosfera que envolve o planeta.» Habituado a trabalhar com crianças especiais – no Instituto da Inteligência fazem-se, todos os dias, testes para descobrir meninos superdotados – Nelson Lima está familiarizado com uma nova geração que «não tem nada a ver com as crianças de há 30 ou 40 anos.»
No entanto, ele próprio admite que este novo conceito de «índigo» ultrapassa os aspectos da sobredotação. «A arquitetura cognitiva das crianças de hoje é totalmente diferente, já que existem muito mais ligações entre os neurônios. Nos índigo, para além desse aspecto, parece haver uma capacidade inata para entender o mundo e as leis que o regem. Eles conseguem ter uma visão holística dos problemas, uma inteligência espiritual fora do comum. Adotando uma linguagem ligada ao espiritualismo, eu diria que os índigos têm uma alma muito grande. Digo ‘alma’ no sentido em que Jung diria... Alma. » Seja em que sentido for, parece haver um certo consenso entre a perspectiva esotérica e a perspectiva científica. É a alma das crianças índigo que as torna especiais, mesmo que essa alma seja, como defende Nelson Lima, «uma criação da mente».

Geração de emergência

Independentemente da fé que se professa ou da ciência que se pratica, não é difícil perceber que o mundo atravessa momentos de mudança. A Era de Aquário não é apenas uma expressão que está na moda, mas uma indicação precisa de que estamos a passar para um novo ciclo. Deixamos a Era de Peixes, marcada pela violência, pelo materialismo, pela obscuridade, e dirigimo-nos para a Luz. Como escreveu Nelson Lima, num texto sobre o fenômeno índigo (e reparem que são de um cientista, e não de um astrólogo, as palavras que se seguem): «As três grandes características do signo do Aquário – o Ar, o Masculino e Urano – permitem, de acordo com os seus adeptos, esperar um período de paz e harmonia universal, uma abertura da inteligência humana ao belo, ao amor e à fraternidade e uma expansão da consciência que nos permitirá melhor compreender as grandes leis que regem a Vida e o Universo do qual fazemos parte integrante. Será então um período marcado pela mudança de paradigmas, aceleradas e fantásticas transformações políticas e sociais, avanços tecnológicos de impacto profundo nas nossas vidas (e nos nossos cérebros) e uma maior consciência dos graves e preocupantes problemas que enfermam a humanidade e o planeta Terra.» É precisamente para nos ajudar a tomar consciência destes «graves e preocupantes problemas» que os índigos estão a chegar. Eles são, no fundo, os operadores da mudança, aqueles que vêm romper com os velhos sistemas e as velhas estruturas para recuperar e curar o planeta.
Numa conferência proferida em Novembro de 2002 sobre estas crianças, André Louro de Almeida afirma: «O contexto dos índigo é o planeta em que nós estamos – um planeta que não está bem. E, não só não está bem, como não tem tempo. E, quando não há tempo, o Logos (a forma ordenadora por detrás da evolução da Terra) faz emergir uma geração que não lida com a idéia de ‘para amanhã’, que não dissocia. E, se não dissocia, as coisas estão para acontecer AGORA. Os índigos trazem como impulso atuar JÁ. Eles são a geração de emergência.»

Características dos Índigos

Atuar JÁ. E, no entanto, para que possam atuar JÁ, os índigos precisam ser reconhecidos. Pelos pais, pelos educadores, pelos professores, pela sociedade em geral. Não, não são pequenos extraterrestres azul-índigo que devemos procurar. Para quem é capaz de ver auras, bastará um olhar de fora. Todos os outros, no entanto, terão de os olhar por dentro. Isabel Leal, terapeuta de Reiki e com um livro sobre estes meninos na forja, alerta: «Eles estão a nascer em todas as casas e vão provocar uma inversão total de valores. Só entendem a linguagem do amor, não se deixam enganar nem se desviam do seu caminho. Resistem aos padrões de educação tradicional e dão nas vistas pelo seu comportamento.»
 Mas qual é, afinal, o comportamento de uma criança índigo? 
 Lee Carroll e Jan Tobber, autores de um livro que já vendeu milhares de exemplares em todo o mundo apresentaram, nesse mesmo livro, as dez características mais comuns da Criança Índigo. São elas:

1. Vêm ao mundo com um sentimento de realeza (e, freqüentemente, comportam-se como tal);
2. Têm a sensação de que merecem estar aqui e surpreendem-se quando os outros não sentem o mesmo;
3. A auto-estima não é alvo de grandes preocupações e, muitas vezes, estas crianças sabem dizer exatamente quem são;
4. Têm grandes dificuldades em aceitar a autoridade absoluta, sobretudo aquela que não dá explicações nem alternativas;
5. Há coisas que elas, pura e simplesmente, não são capazes de fazer, como esperar quietas numa fila;
6. Sentem-se frustradas com sistemas repetitivos, que não requerem criatividade;
7. Têm, muitas vezes, melhores formas de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as torna rebeldes e desintegradas, aos olhos dos outros;
8. Se não houver outros com o mesmo nível de consciência, podem sentir que não há ninguém que os entenda e tornar-se anti-sociais;
9. Não respondem à disciplina da culpa (‘Espera que o teu pai chegue a casa para ver o que fizeste’ é uma fórmula ineficaz);
10. São, por vezes, tímidos a expressar aquilo de que necessitam.


Embora Lee Carroll e Jan Tober sejam uma referência incontornável quando se fala de crianças índigo (há ainda poucos livros publicados sobre este tema), é importante não ser redutor na análise das características que ambos apontam. Ou seja, há seguramente alguma verdade nestas suas afirmações, mas a nossa procura – enquanto pais, professores, educadores – não deverá resumir-se a marcar cruzinhas na lista acima descrita. Os meninos índigo entendem, essencialmente, a linguagem do amor. E é com o coração que os devemos procurar.

A importância dos pais e dos professores

Se procurá-los com o coração é o primeiro passo, muitos outros se têm de dar a seguir. Dentro de casa e na escola, os dois universos de referência nos primeiros anos de vida, pais e professores precisam perceber que os velhos modelos não servem para estes meninos. «Os pais têm de tomar consciência que há conhecimentos novos que não são do seu tempo», alerta Nelson Lima. «Numa sociedade em que a competitividade, o sucesso e a fama já não são apenas aspirações, mas valores, os pais querem a todo o custo que os filhos se tornem acadêmicos, técnicos, cientistas... Isto é, pessoas evoluídas culturalmente. Pouco lhes importa a filosofia ou a espiritualidade. E acabam por ser castradores. Porque canalizam os filhos no sentido de cumprirem o que eles não foram capazes.» Daí ser tão importante, na opinião deste neuropsicólogo, «dar a palavra às crianças.» E acrescenta: «Saibamos nós, adultos, não reduzir tudo isto a nada, fazendo com que os nossos filhos recuem e dando assim continuidade aos nossos disparates.»

Quanto à escola, Nelson Lima é radical: «É urgente destruir a escola atual e edificar uma nova.» Porquê? «Porque, tal como existe, a escola é um entrave à evolução destas crianças. Costumo dizer aos professores, a quem dou formação, que temos uma escola neurótica, uma escola obsessivo-compulsiva. Neurótica, porque anda à deriva, sem rumo. E obsessivo-compulsiva porque tem como objetivo ensinar, no mais curto espaço de tempo, saberes que são considerados essenciais, mas que servem para muito pouco.» Não há dúvida, são precisos novos caminhos.
André Louro de Almeida deixa uma dica: «Quem é que chegou à escola e teve um educador que olhou para ele e disse: ‘Olha um dom! Vamos abrir a prenda e descobrir qual é.’ Quem encontrou uma postura toda receptiva, que constrói uma atmosfera de segurança e autoconfiança na qual o dom possa começar a vir de cima? (...) Temos de ter a inteligência emocional de acolher um ser destes [índigo] como um dom que chegou.»

Principezinhos no meio do deserto

O dom, o dom de ser índigo, embora só agora comece a «dar nas vistas», existiu desde sempre nos seres humanos. São muitos os exemplos ao longo dos séculos, apesar de muito espaçados, era um aqui, outro ali, não se tratava ainda de uma geração inteira. Peguemos num que se manteve eternamente criança. Ao criar o Principezinho, Saint-Exupéry presenteou-nos, de certa forma, com a essência dos índigos.
É de meninos com essas características que devemos ir à procura. Meninos sensíveis, intuitivos, um pouco solitários, por vezes, sobretudo quando não encontram eco nos outros. Meninos que resistem aos velhos padrões de energia e não respondem nem se enquadram em estruturas rígidas ou pré-estabelecidas. Que são incapazes de dissociar, isto é, que não conseguem, ao invés de tantos adultos, pensar e/ou sentir uma coisa e depois fazer outra, totalmente diferente. Que não pactuam com a mentira. Que não têm medo. Que não aceitam argumentos vazios de significado - «porque sim», «porque não» - nem explicações prepotentes - «porque eu estou a mandar» - nem padrões de resposta instituídos - «porque foi sempre assim». Meninos diferentes que serão cada vez mais, pois os Principezinhos de hoje já não vagueiam (apenas) por desertos longínquos à espera que um aviador lhes desenhe uma ovelha.

«Grandes homens têm defendido uma nova humanidade», diz Nelson Lima. «E os índigos trazem, de fato, o germe dessa nova humanidade. Não podemos correr o risco de deixar de aproveitar esta fase extraordinária da nossa história humana para darmos o grande salto em frente. Estamos de tal forma prisioneiros de sistemas que nós próprios criamos que, se não formos capazes de sair dessas jaulas, o fenômeno índigo será um fenômeno meramente passageiro.»
Ainda que o risco (teoricamente) possa existir, há uma evidência que já ninguém pode negar. Como diz Isabel Leal «eles estão a nascer em todas as casas». Existem, de carne e osso, em muitas famílias. Existem e vão pedir-lhe desenhos de ovelhas (não, não é um elefante dentro de uma jibóia que eles querem!), vão contar-lhe as conversas que têm com os anjos, vão questionar tudo o que não faz sentido, vão descobrir quando lhes estiver a mentir, vão exigir a mudança, vão alterar profundamente os padrões de comportamento da sociedade em que vivem. Por favor, dê-lhes ouvidos.



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Diferenças entre Criança Índigo e Criança Hiperativa

(Primeira parte de uma conferência de Nina Linares

Centro Universitário de Estudos Nucleares – México, D.F. 18-Set-2003)

 
Há já três anos que participei num congresso internacional na Argentina com este tema, o
tema das Crianças Índigo ou Crianças das Estrelas. O que é que se passou durante todo este
tempo, especialmente de há três anos para cá? Aconteceu que a informação disparou e multiplicou-
se. A oferta que temos agora sobre as crianças índigo pode dizer-se que triplicou, em
comparação com o que existia há três anos. E onde se notam estas alterações a nível informativo,
o que é que temos feito, como é que se está a gerir este tema? Viu-se que a informação
tanto dos pais como de terapeutas, das escolas e dos meios de comunicação, mostrou um
grande interesse, de modo que possamos ter cada vez mais clareza e compreensão a respeito
destas crianças.
Antes de mais nada, a experiência que eu tenho, a minha experiência pessoal – e é nela que vou
basear a minha conferência – assenta em três anos de docência em escolas especializadas no
tratamento, educação e cuidados a crianças psicóticas, crianças com deficiência mental, atraso
de desenvolvimento e síndrome de Down, e por outro lado, a minha experiência como terapeuta
de diferentes técnicas alternativas, através das quais desde o ano de 95, comecei a dar-me
conta de que assistiam aos cursos que eu organizava (como por exemplo, cursos de Reiki para
crianças), uma qualidade especial de crianças que eu apelidava como “os meus pequenos mestres”...
Os que leram o meu livro sobre crianças índigo sabem como explico esta circunstância...
Nas minhas atividades, cada vez chegam mais pais, professores, professoras, psicólogos e
psicólogas que fazem confusão entre, por exemplo: Todas as crianças hiperativas são índigos?...
Na verdade, não. Todas as crianças que temos à nossa volta são índigos? Não. Também
aparece o tema dos pais: os pais estão desorientados. A grande sorte que temos é que a maioria
dos pais se informa. Mas, apesar da informação, pais, avós, educadores, etc., todo o mundo
relacionado com o tema infantil se informa, mas por muita informação que se tenha, há muito
pouca informação esclarecedora, e muita confusão a respeito do tema das crianças índigo.
A expectativa dos pais será sempre a de que, qualquer profissional, qualquer pessoa credível
para eles, lhes diga: “O seu filho é especial”... Isto é o que todos nós gostaríamos de ouvir
dizer dos nossos filhos, mas, infelizmente, não é assim.
Na minha experiência profissional, chegam muitos pais que têm um filho esquisito, um filho
psicótico ou um filho com necessidade de ser tratado a nível psicológico, com um terapeuta
vibracional, um terapeuta holístico ou ainda com um endocrinologista, por ter funções hormonais
lentas e até com psicomotores e empenham-se em aplicar-lhes a etiqueta índigo... Não é
assim. Nem todas as crianças esquisitas são índigos, e nem todos os índigos são esquisitos...
Há evidentemente um maior nível de informação, tanto nas escolas como em certos pais e profissionais das técnicas holísticas, mas ainda assim a confusão continua presente, e para além
disso eu não quero ser pessimista de modo nenhum: eu estou apenas a traçar um percurso
nesta exposição, para que saibamos em que ponto estamos no que se refere às crianças índigo,
onde nos situamos neste momento.
Como todos os temas infantis, este tema sempre suscitará oportunismos. Vou-me encontrando
em diferentes países, tal como em Espanha, aqui no México, claro, na Venezuela, na
Argentina, com profissionais da saúde e do ensino que vêm no tema índigo, uma oportunidade
de dividendos, uma oportunidade de prestígio. Agora acontece que toda a gente é um entendido
em crianças índigo, toda a gente sabe de índigos, toda a gente tem filhos índigo, toda a
gente tem em casa um ou dois ou doze crianças índigo, e não é assim... Não se está a tratar
deste tema, com a seriedade que merece.
O que é ser uma criança índigo? Acredito que todos vós estejais informados, mas pode ser
que não, e não tenho que dar isso como fato adquirido. Uma criança índigo, é uma criança
que tem e que expressa a freqüência índigo. E o que é a freqüência índigo? É a vibração do
chakra frontal. E o que é um chakra? Segundo a medicina tradicional chinesa, que é a medicina
milenar, mais séria, mais verdadeira e com mais resultados que existe na medicina
oriental, o nosso corpo é formado por energia elétrica e energia magnética. Temos e vivemos constantemente dentro de um campo eletromagnético formado por 72.000 possibilidades de conexão, de possibilidades, de canais que interatuam, formando a nossa rede energética. O lugar onde coincide todo este entrançado energético ou aura, é sobre a linha média imaginária do nosso corpo, configurando aquilo que se chama os vórtices energéticos ou chakras. O sistema de chakras é o sistema de vórtices energéticos no qual se baseia a acupuntura, a digitopuntura, a cinesiologia, etc. Temos sete vórtices energéticos. Se cada um se traduzisse em comprimento de onda em relação a uma cor, daria uma cor determinada dentro do espectro, da mesma gama que o nosso arco-íris. Porque é que não se vêem? Porque não vemos as nossas auras e os nossos chakras? Não vemos porque são formados pela partícula mais pequenina que existe: o electron... que não é visível para o olhar comum. Ou seja: não tem a massa física suficiente para ser visto. Portanto, não podemos ver
os chakras, a menos que tenhamos visão áurica ou sejamos videntes. Se traduzíssemos em cor
o chakra frontal, que unifica as qualidades do hemisfério cerebral direito e do hemisfério cerebral
esquerdo, veríamos que tem a cor índigo, azul-cobalto... As chamadas crianças índigo nascem
já com este chakra, com este vórtice energético, acrescido das qualidades de ambos os
hemisférios cerebrais mais desenvolvidas que o normal.
Todos nós, seres humanos temos a possibilidade de desenvolver o nosso chakra índigo, o
nosso chakra frontal. O que é ter desenvolvido o chakra frontal, o chakra índigo? É viver de
uma maneira diferente da maneira material, da maneira mental, da maneira intelectual, da
maneira materialista de ser, sentir e relacionar-se com os outros e com a vida. E porquê? Porque
a nossa capacidade cerebral abarca não só o nosso hemisfério esquerdo racional, intelectual,
mas também abarca o nosso hemisfério direito, com todo o seu potencial e qualidades
atemporais, intuitivas, psicomágicas, conscientes da realidade que há para além do que os nossos
olhos vêem ou as nossas mãos tocam, ou os nossos sentidos podem perceber. Estas capacidades
preferentemente unificadas, estão potencialmente ao alcance de todo o ser humano, de
forma latente, mas para se desenvolverem, segundo se tenha ou não inquietação espiritual. E
quando defino “espiritual”, não tenho nenhuma intenção de que seja entendido com conotações
religiosas ou místicas. Refiro-me a ser consciente... Consciente de que aqui pode haver presenças
angélicas, mentores, guias, etc. Questões que a mente racional repudia, mas que são verdade
ainda que não acreditemos nelas, e que a criança índigo, o adolescente índigo ou o adulto índigo
têm tão integradas, como nós temos integrado em nós que o solo existe, o vemos e tocamos.
Para eles é completamente normal e natural saber da existência de outros planos, de outros
planetas, saber-se em contacto com seres da natureza como as fadas... Ver e sentir os anjos,
saber que a morte é apenas uma maneira de nascer para outra realidade, etc. etc. E este tipo
de informação, para eles tão natural, mete medo a alguns pais, que tratam de a abafar. Noutros
casos, como quando nós éramos pequenos e falávamos de anjos, de fadas e de outras vidas (a
maioria de nós, e de que já não nos lembramos), isto é, quando permitíamos que as nossas
potencialidades do hemisfério direito se expressassem, motivadas também e principalmente
pelos contos, as lendas... - o mundo infantil como é chamado, não é verdade? – os nossos pais
não tinham o nível de informação nem o nível de consciência que têm agora as pessoas que
têm filhos, pelo que, em vez de se informarem, o que faziam era “normalizarem-nos” com muitas
normas. De qualquer modo, não ficamos todos muito normais, posto que os nossos filhos
são índigos: os nossos filhos escolheram-nos... (risos)
Quer dizer, nós não nos assustamos nem tentamos normalizá-los, impondo-lhes normas.
Tentamos informar-nos, tentamos averiguar o que há mais para além dum diagnóstico médico
que diz : “o seu filho é hipercinético, o seu filho tem um síndrome de Déficit de Atenção, o seu
filho não encaixa, o seu filho é um filho-problema”... Conformamo-nos com isso e damos Ritalina
ao miúdo e razão à professora? Que fazer? Continuamos a informar-nos e por isso estais
aqui hoje, por isso tomais como algo prioritário ver programas de T.V. ou comprar livros que
falem deste assunto, prestais atenção quando há uma conferência ou quando há alguém que
fale disto. E dentro deste tema, quem mais deve sentir a sua seriedade é cada um de nós, cada
pai, cada educadora, cada educador, cada psicólogo, cada médico, porque dando medicação
chamada “droga legal” aos nossos filhos, se são índigo, só conseguiremos atrofiar-lhes as suas
capacidades glandulares de secreção hormonal, tanto do hipotálamo como da hipófise e da
pituitária. Quer dizer, as glândulas que estão no cérebro, as glândulas que servem para tudo
aquilo que está relacionado não só com o intelecto, mas também com a criatividade, a intuição
e a sabedoria do coração.
Entre a confusão que mencionei e o oportunismo de especialistas que tiram da manga o
saberem tudo acerca de crianças índigo, e que ainda nos confundem mais, o que podemos
fazer? Em primeiro lugar não nos sentirmos em nenhum momento tão desamparados nem tão
desorientados. Se és pai, sabes. Se és educador, sabes. Se és professor, sabes. Não é casualidade
teres crianças índigo na tua sala de aula. Não é casualidade que ao teu consultório cheguem
crianças índigo. Não é casualidade que um, dois ou três índigos te tenham escolhido
como mãe ou pai. Tu sabes. Embora não acredites, há coisas que são verdade e esta é uma
delas. Se tens perto de ti crianças índigo, é porque no teu coração, no teu hemisfério direito e
no teu chakra índigo frontal sabes donde tirar essa sabedoria..., porque é evidente que estamos
demasiado acostumados aos métodos, às normas, aos manuais, às receitas milagrosas, e nesta
questão índigo há que trabalhar. Há que trabalhar primeiro para saber escolher... para saber
escolher a escola, o profissional de saúde, para saber decidir se medicas ou não medicas o teu
filho. Para saber o que devemos fazer. O nível de oferta nas escolas, de momento, é precário.
As escolas estão normalmente massificadas. Uma criança índigo necessita de atenção. É preciso
saber avaliar e valorizar uma criança índigo hiperativa, para saber como distinguir a hiperatividade
e a freqüência índigo.
A criança índigo é um dos precursores, um dos mestres, uma das pessoas, um dos curadores
que vêem alterar esta realidade. Esta realidade, não pode de maneira nenhuma continuar
pelo caminho materialista, normalizado e saturado de tecnologia que leva. É necessária a criatividade. É preciso saber aproveitar cada vez mais do tempo livre que a tecnologia nos deixa.
Quem é que nos vai ensinar? Os índigos, porque a freqüência índigo, a freqüência do chakra
frontal é a que unifica o prático com o criativo. Porque esta sociedade e esta realidade, se não
começarem a ser criativas com o seu tempo livre, e com os meios de que dispõem, se não
começarem a relacionar-se com o próximo a partir do coração, vão explodir! Tanta tecnologia e
tanto tempo livre em sociedades altamente culturizadas, altamente tecnológicas, como por
exemplo a Suíça e a Suécia, resultaram num grande número de suicídios de crianças, de adolescentes e de adultos. Porquê? Porque há muito tempo, muito dinheiro, muita tecnologia, e
não se sabe o que há de se fazer deles, porque não há educação criativa! Que casualidade, não
é verdade?
Às crianças índigo, a única motivação com que as podemos ajudar, a única via para que despertem
e desenvolvam toda a potencialidade que têm em si mesmos, é através da criatividade.
Eles não se sentem motivados, nem lhes interessa em absoluto que na sua escola haja
um programa de aprendizagem que vá do primeiro ao último mês do ano escolar, nem com a
aprendizagem dos adjetivos, das proposições e da tabuada do um ao nove, para dar um
exemplo, e têm que se adaptar a cumprir esse programa, que é ditado por quem? Pelo sistema
educativo existente para o nosso melhor bem, e evidentemente dos nossos filhos também. Mas
a criança índigo não se adapta ao método: necessita de um método que se adapte a
ela. E a não ser que tenhamos a sorte de metê-lo numa escola Montessori, ou numa escola
Waldorf, ou numa escola especial que não esteja massificada, na qual as pessoas que formam
parte dessa escola tenham necessidade de expressar a sua vocação, amorosa e apaixonadamente,
e não usem a sua profissão apenas como um meio de gerar dividendos no fim do mês...
Porque quer na docência, quer na medicina oficial, há muita gente que podemos definir como
“funcionários”, pois não é a mesma coisa um professor que ame as crianças e ame a sua vocação,
e um funcionário que estudou uma carreira fácil, curta, agradável, com aliciantes, com
bastantes períodos de férias, paga pelos pais, e é tudo. Esse é um funcionário, esse não suporta
as crianças, e se tem crianças índigo na sua sala de aula, não está hoje aqui. Está a fazer uma massagem, ou um curso de inglês ou de dança, ou num bar a tomar café, porque sabe que o seu
período de trabalho é remunerado, e quando acaba, “ótimo, pois estão a chegar os papás e as
mamãs para levarem os monstrozinhos”... Em troca, as pessoas que estão aqui e que têm
como vocação o amor às crianças e o amor ao ensino, sabem que têm índigos nas suas
salas...Que fazemos com eles, que fazemos? Temos que recorrer ao engenho para continuar
dentro do sistema, porque o sistema é um colosso tremendo e não podemos lutar contra ele,
mas aumentando a criatividade e fazendo os possíveis por implicar os pais no processo.
Os pais devem ficar conscientes de que o seu filho é um ser especial como toda a criança,
mas se além disso é um índigo, é uma responsabilidade ter um filho destes.
Um filho índigo é o futuro profissional em que estaremos todos nós, porque todos os âmbitos
da sociedade de amanhã, serão formados pelas crianças de agora. Que em cada um dos
profissionais do nosso futuro, haja um índigo que tenha podido expressar as suas qualidades ou
potencialidades, que tenha podido expressar-se a partir da criatividade, e que tenha podido
descobrir o que mais o apaixona na vida, para que seja um profissional totalmente curador.
Porque a criança índigo é um terapeuta: veio para curar esta sociedade, como se disse
anteriormente. Se uma criança índigo se apaixona por fazer pães, bolos, biscoitos, qualquer
profissão que eleja, seja mecânico, seja médico, seja advogado, seja arquiteto, seja terapeuta
holístico, seja cineasta, seja escritor, se fizer aquilo que o apaixona (e só pode descobrir se
lhe permitir ser criativo com a sua aprendizagem), se descobrir o que o apaixona, dedique-se
ao que se dedicar na vida, teremos e receberemos um amor, um nível de consciência que neste
momento não temos, como devíamos e merecemos ter. A maioria dos profissionais da nossa
sociedade, de qualquer setor, trabalha por dinheiro. A maioria, não todos. Quando podemos
unir remuneração, profissão e vocação, é um presente do céu. E quem ama a sua profissão
sabe disso. É isso que se pretende com as crianças índigo. Que a todos os níveis, quando forem
adultos, em qualquer setor da sociedade em que trabalhem, onde se realizem profissionalmente,
o façam através daquilo que os apaixona, e que não lhes tenha sido imposto. Mas para isso,
precisam desde o início de se sentir amados, apoiados, compreendidos, e com um sistema de
ensino e de aprendizagem que se adapte a eles, e não ao contrário.
Nós somos a ponte. De momento, vamos ver que soluções temos, porque as utopias
quase nunca dão resultados. O que é que podemos fazer aqui e agora, nós, os pais das crianças
índigo? Primeiro, podemos pôr a mão no coração, ser sinceros conosco mesmos e saber se
temos uma criança índigo ou hiperativa, que não é a mesma coisa. Saber a partir do nosso
coração e não da nossa expectativa de “ter um filho especial” (todos os filhos são especiais,
absolutamente todos, sejam índigo ou não, mas temos que ser muito conseqüentes com nós
mesmos). É preciso definir com a mão sobre o coração, até que ponto queremos comprometer-nos
com o apoio e a ajuda ao nosso filho índigo, ou ao nosso possível filho índigo, porque todas
as crianças hiperativas são potencialmente índigo, embora haja diferenças, como veremos
adiante. É preciso tratar normalmente o tema índigo, não exorbitar, não exagerar. Eu estou
cada vez mais farta de ouvir papás e mamãs que dizem: ”porque o meu filho é índigo...” como
se estivessem a falar de um Messias, dum avatar, dum iluminado... Pobre criança! Por necessidade
de protagonismo dos seus pais, pela necessidade de justificar qualquer comportamento
irregular, atribuem-no a ser índigo. Não, não é assim. Vamos agora ver com a mão posta sobre
o coração quais são as características e comportamentos duma criança índigo e duma hiperativa.
Agora, na suposição de que vocês já estejam informados, já sabem, já o verificaram a partir
do coração, e não a partir da razão, já sabem que têm em casa um filho índigo, ou na escola ou
na consulta, o que podemos fazer? Se, como já disse a criança não se motiva, não se concentra,
não se interessa, não é competitivo, não responde a chantagem, o que podemos fazer para
que encaixe nesta sociedade? Antes de mais, eles não vieram para se encaixar nesta
sociedade, mas sim para mudar esta sociedade. O que é que nós podemos fazer? Podemos,
como dizia antes, levá-lo para uma escola Waldorf ou Montessori, ou escolher uma escola
que não esteja massificada, na qual sejam quando muito 8 meninos e meninas por classe, e
onde sejam tratados de maneira pessoal e humana e com atenção, nada de massificações.
Podemos fazer isto? Ótimo. Não podemos fazê-lo porque a nossa economia no-lo impede ou
porque vivemos num lugar onde não há estas alternativas? Procuremos outra opção. Conhecemos
psicólogos ou psicólogas, conhecemos professores que sabem da existência de terapias
alternativas, que sabem o que é a freqüência índigo e acreditam na eficácia 100% comprovada
das terapias vibracionais? Então juntemo-nos várias mães, vários pais de crianças índigo, e
teremos o poder e a força para criar a nossa própria escolinha com os nossos próprios filhos,
com oito, dez, doze por classe, tendo um psicólogo, um educador ou educadora, um professor
ou professora, e já podemos.
A união faz a força. Temos aqui uma alternativa ao que nos oferecem as escolas massificadas,
ou as escolas oficiais. Não é que as nossas crianças sejam especiais: elas são especializadas.
São especializadas em aprender e em mostrar todo um potencial maravilhoso,
sempre e quando são tratadas como elas requerem, o mesmo é dizer, duma maneira não massificada, mas criativa, incentivada com amor e, é claro – tal como direi até à exaustão – com
criatividade, porque senão, não terão interesse por coisa nenhuma. Podemos fazer isto? Ótimo.
Outra solução: vivemos isolados, não conhecemos outros pais, não sabemos o que fazer,
não sabemos como juntar-nos, não conhecemos psicólogos - e os que conhecemos são muito
materialistas, muito estritos, não sabem o que é um chakra nem isso lhes interessa, não sabem
o que é a freqüência índigo, só entendem que há crianças hiperativas com Déficit de Atenção
que é preciso medicar, etc.? Não, não é viável esta proposta... Então, outra proposta: Criatividade.
Se não tens outro remédio senão levar o teu filho ou a tua filha índigo para uma escola
oficial ou para uma escola massificada, o que é que tu lhe podes oferecer? Vais permitir que um
professor, ou um psicólogo ou um médico que não entendem nada de outras realidades, e que
estão convencidos de que o ser humano só vive com 3% das suas capacidades cerebrais, vais
permitir que o teu filho ou filha continue sujeito a uma avaliação da sua auto-estima e do seu
rendimento escolar completamente nefasta, ou vais tomar as rédeas do assunto? O que é que
lhe podes oferecer? Quais são as tuas capacidades econômicas? Qual é o teu tempo livre? Sente.
Pensa. Consegues participar com o teu filho, em casa, depois das aulas, em algo criativo,
espontâneo, tal como moldar argila, modelar, desenhar, fazer sobremesas? Os índigo adoram
participar contigo, com o pai ou com a mãe. Saber que quando chegam a casa os espera algo
criativo com aqueles que mais os amam e os apóiam, serve-lhes de aliciante para se interessarem
mais nas suas escolas, quer massificados, quer oficiais. Isto é um fato. Não estou a falar
de utopias: já levo três anos de observação, indo e vindo... Indo, levando informação, e quando
volto, colhendo resultados maravilhosos. Portanto, falo com conhecimento de causa.
Outras alternativas. Que mais lhes podes oferecer? Podes pagar para a criança freqüentar
aulas de pintura, de dança, de ballet, de cerâmica e coisas assim? Podes? É um incentivo. Eles
são totalmente criativos, e têm muitíssima energia. Drenar essa energia com Ritalina ou
outras drogas, fará com que convertamos a nossa criança índigo num vegetal, e só vai funcionar,
como veremos, se ele for um hiperativo. Se for índigo, já há estatísticas de suicídio em
crianças e adolescentes, porque se lhes atrofia a sua missão de vida e o seu potencial energético,
a criatividade, a paixão. Não é que sejam hiperativos, é que são tão apaixonados, e têm
tanta energia, que precisam de a escoar. Se os drogamos, podemos fazer-lhes um dano enorme,
muito grande. Portanto, toma as rédeas do assunto, não esperes que venha alguém dizer-te
o que deves fazer e como deves tratá-lo. Se ele te escolheu como pai, mãe, professor,
professora ou terapeuta, é porque tu, em maior ou menor grau, és índigo. Não te
deixes fascinar por nada nem por ninguém. Sente. Sente. Ressoa cá dentro? Não ressoa? Não
te deixes fascinar nem ponhas o teu poder nas mãos de alguém que tenha escrito um livro, ou
mesmo dez livros, que tenha um título de medicina, e que até há uns meses não sabia nada de
chakras e agora já dá conferências sobre o tema dos índigos, ou começa a escrever livros.
Sejamos criativamente sensatos. Sintamos. Não permitas que ninguém te faça crer que tens um
inimigo em casa, ou um boicotador, ou um psicótico que necessita de medicação para ser controlado.
Não é verdade. NÃO É VERDADE!
Se tens um índigo próximo de ti, repito: tu és índigo em maior ou menor grau. Em maior ou
menor grau, tu tens seguramente, a partir do nível da alma e do nível do coração, um compromisso
pactuado noutro patamar de realidade, noutro patamar de consciência. Os índigos vieram
alterar esta realidade a partir da consciência, a partir do amor. Portanto, aceitemos o nosso
compromisso de estar aqui e agora. Que interessa se és professora, se os tens já na tua classe,
se és diretor de escola, se és médico convencional, e estás aqui? Tens um compromisso índigo
com toda a certeza.
Como podes permitir que essas crianças índigo que tens perto de ti, se expressem? Torno a
repetir: fazendo todo o possível para que os seus pais se comprometam e se responsabilizem
pelo potencial dessa criança, pelas suas qualidades, que é a única coisa que podes fazer de
momento. Ter reuniões, avaliar constantemente (periodicamente, claro) a sua evolução, de que
forma estas crianças índigo, à margem do estabelecido e do método, podem desenvolver o seu
interesse pelo mesmo método, com as alternativas que temos de momento: Apoio, amor, auto-estima, criatividade, atividades participativas, saber escutar, saber comunicar com ele ou ela,
acompanhá-lo, explicar, etc. E não há mais, pouco mais. Não há receitas, não há milagres: há
trabalho. Mas esse trabalho é muito gratificante...
Se tens uma criança índigo perto de ti, já sabes que desde o berço ela te olhava com uma
maturidade emocional que não era normal. Já sabes que o castigo, a chantagem, a violência
física ou psicológica não serve para elas. Já sabes que os castigos ou o “porque eu digo” não
serve para elas, já sabes tudo isso. E sabes que ela é especial. Não permitas que ninguém saiba
mais sobre ela do que tu. Não permitas. Não ponhas o teu poder nas mãos das pessoas que te
aconselham a dar-lhes Ritalina ou outras drogas. Não permitas. Faz o que estiver ao teu alcance:
Se te podes permitir isso, leva-o para uma escola Waldorf ou Montessori, porque geralmente
o sistema deste tipo de escolas (a perfeição não existe, evidentemente) trata as crianças
uma por uma, trata com integração total no que é aprendizagem, respeito na convivência com
os outros reinos animal, vegetal, mineral, e inclui na aprendizagem a sensibilidade artística, as
artes plásticas, tudo isto com tempo, sem expectativas e segundo o ritmo de cada criança, sem
pressões nem fricções nem competições. Fala-se a partir do respeito e da ética. Não há conotações
religiosas que emaranhem as suas cabecinhas. Ninguém morreu em cruzes, ninguém tem
que fugir de ninguém... Não se incrementam nem se fomentam as lutas sociais, mas todo o
contrário. Verás crianças nestas escolas de todas as raças, cores, e idades, que aprendem a
conviver e a fazer pão. Aprendem a cuidar das plantas e dos animais... Assim são as escolas
Waldorf e Montessori em geral. Claro que há exceções, mas as que eu conheço são geralmente
assim.
Primeira solução. Sim, é verdade que estas escolas são caras. Não nos podemos permitir
esta solução? Pomo-la de lado. Segunda solução: trata de seres tu mesmo quem encontra a
solução dentro das possibilidades realizáveis, viáveis, coerentes e mágicas (porque não?) que
se dêem através da sincronicidade. Há uma lei que se chama “Sincronicidade”, baseada no
pedi e ser-vos-á dado. Começa já, faz o teu pedido ao Universo. Porque quando alguém
deseja algo pelo bem de muitos, a vida apóia-o sempre. Há exceções, quando existe uma
contra-ordem: quando pedes alguma coisa e não te crês merecedor ou merecedora de o receber,
tu anulas o pedido. Mas se tu pedes mesmo, tu recebes. Pede já para que se dêem as
eventualidades através das quais tu conheças outros pais nas mesmas circunstâncias que tu. E
que além disso possas conhecer professoras e professores, psicólogos, educadores, educadoras,
que conheçam este tema tal como tu, e que tenham o nível de consciência e de compromisso
que tu tens, e também que vejam como perfeitamente viável fazer uma escolinha que
comece por 8 ou 10 crianças, que esteja é claro, guiada pelo atual método de ensino educativo,
mas adaptado às características e necessidades de cada grupo de crianças índigo. A partir
do coração, não do elitismo. Não comecemos agora a ser “racistas espirituais”, tipo “aqui é uma
escola índigo e não entra ninguém que não seja índigo” ... Repito: o potencial índigo é latente.
Uma criança, um adulto, um adolescente, pode aumentar, desenvolver e potenciar as qualidades
dos hemisférios esquerdo e direito ao longo de toda a sua vida. Não coloquemos etiquetas,
porque os índigos só têm uma etiqueta: nada de etiquetas! Não há dois índigos iguais,
não há etiquetas para os índigos. Mesmo que se escrevam vinte novos livros sobre índigos por
mês, repito: não há etiquetas, não há classificações, porque potencialmente cada criança índigo
é criativa, mística, interdimensional, clarividente e tecnológica. Ora bem: uma criança de África
ou uma criança dum bairro marginal do México, não poderá demonstrar que a tecnologia é um
dos seus fortes, porque nunca viu um computador na sua vida. Não poderá mostrar o seu
grande potencial artístico, porque também não tem uma tela nem tintas à mão para pintar,
nem nunca as viu na sua vida. Não poderá demonstrar as suas atitudes místicas ou talvez sim,
quando a sua avozinha é devota da Virgem de Guadalupe e a criança fala com Ela, por exemplo...
Quero dizer: não podemos pôr etiquetas às nossas crianças índigo, porque potencialmente,
e se derem-se as condições adequadas, elas desenvolverão todas as capacidades do hemisfério
direito, que são um grande potencial para o artístico, para o tecnológico, para o intuitivo,
para o terapêutico, para o interdimensional, isto se tiverem um ambiente propício. Mas se não
tiverem, não acontece. Há índigos exclusivamente focalizados na arte, ou na tecnologia, ou
índigos focalizados exclusivamente na mediunidade, ou ainda focalizados em ter um poder
curador nas suas mãos.
Falo das suas mãos porquê? Porque estão sempre quentinhas, e todo o calor alivia. Quando
magoas-te, o que fazes? Pões a mão em cima. Quando alguém se magoa, o que fazes? Põe-lhe
a mão em cima. E isto é mais que uma ordem, é uma sabedoria do hemisfério direito conectado com o teu coração, que te diz que podes curar. Portanto, nós todos, em maior ou menor grau, somos
índigo.
E para terminar com as soluções: se não conhecemos pais índigo ou se não temos forma de
encontrar uma professora, um professor, uma psicóloga ou alguém que acredite no nosso projeto
de ter os nossos filhos numa escola para índigos, onde se lhes dê o método do Ministério
da Educação e para além disso atividades lúdicas, criativas, participativas... se esta solução
também não é viável, então procura ver que nível de qualidade de tempo livre é que dispões
(porque é claro que a maior parte das mães e dos pais trabalham), porque com o índigo,
não se trata da quantidade, mas da qualidade de tempo. Procura ver a qualidade do tempo
que tens, acredita nele ou nela, sente o ser maravilhoso que ele é, e vai perguntando a ti
mesma que tipo de atividades podes realizar em conjunto com ele ou ela. Se ele te escolheu, é
porque tu estás consciente de que tens um mestre em casa, mas que é ainda um menino ou
uma menina. Tens que o ajudar a despertar o seu potencial, e a saber que é um mestre no
futuro. Aqui e agora é uma criança ainda, e há que impor-lhe limites, há que educá-la, há que
valorizá-la, estimulá-la, etc.

 
Tradução para português de Placídia Espinha (Portugal)
http://www.velatropa.com/





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A Criança Índigo
(por Márcia Cezimbra)

REVISTA O GLOBO
Rio, 27 de julho de 2003 - Versão impressa



O seu filho “viaja” quando ouve algo que não lhe interessa na aula? Ou vira-se para um papo-cabeça com o colega? Ele parece desatento e distraído, mas fica horas superconcentrado no que gosta, como jogos de computador, futebol ou teclados de um piano? Ele é rebelde, respondão e detesta injustiças? Precisa que você lhe explique com todo o carinho os motivos para que obedeça? Pois seu filho pode ser um índigo — a cor arroxeada do jeans, quase lilás, e escolhida por representar uma aura positiva. O rótulo foi criado por especialistas americanos para designar uma criança hipersensível, cujo cérebro recebe muito mais estímulos que a média dos mortais. A personagem Salete (Bruna Marquezine), de “MULHERES APAIXONADAS”, é uma índigo, com uma intuição tão exacerbada que chega a ser premonitória. Quem confirma é o autor Manoel Carlos:

— Nos Estados Unidos ouvi falar muito em crianças índigo. Salete é índigo. Ela tem uma percepção da luz, vê anjos, prevê acontecimentos, tem premonições. Algumas vezes, as crianças índigo não distinguem se são sonhos ou visões e nem sabem que são índigo. Mas não se trata de um fenômeno raro.

Para a psiquiatra Ana Beatriz B. Silva, o índigo ou o lilás é a versão superdotada dos portadores do já conhecido distúrbio do déficit de atenção (DDA), uma característica do funcionamento cerebral superestimulado. Há poucas décadas, o DDA era tido como doença, lesão cerebral ou disritmia, que deveriam ser tratadas com drogas pesadas, segundo ela, uma visão hoje “ultrapassadíssima”. Ana Beatriz acaba de lançar o livro, já best-seller, “Mentes inquietas” (Ed. Nepades), no qual explica como lidar com essas crianças de cérebro hiperestimulado para que elas desenvolvam suas potencialidades — geralmente geniais — e não terminem rotuladas, em casa e na escola, como intempestivas, desatentas e até agressivas, o que as leva ao desastre.

Os autores do livro “The indigo children”, Lee Carrol e Jan Tober, acreditam que haja uma geração sem precedentes de índigos nos EUA. Ana Beatriz concorda: essa geração índigo é fruto da revolução tecnológica (?), que hiperestimulou as crianças, trazendo à tona seus expoentes DDA:

— São os casos daqueles jovens que fizeram o seu primeiro milhão antes de terminar o ensino médio. Eles já eram DDA, mas, com a revolução tecnológica, foram ainda mais estimulados, hiperfocaram a atenção na eletrônica e produziram coisas geniais.

No Brasil, como a revolução tecnológica chegou alguns anos mais tarde, a explosão de potencialidades dessa nova geração índigo ainda está por despontar, mas Ana Beatriz já vê alguns deles, como o músico Marcelo Yuka, seu paciente há quatro anos, cujo “faro para a estranheza”, como ela brinca, vem desde a infância:

— Tudo o que Marcelo Yuka descobre em termos de sons e parece estranho, depois de algum tempo vira popular.

Os índigos têm ainda uma intuição exacerbada, como a Salete, que, segundo Ana Beatriz, é interpretada como uma espiritualidade elevada:

— Mas o que a ciência comprova é que os índigo têm um funcionamento cerebral diferente. Se não forem bem compreendidos, podem ser confundidos com pessoas impulsivas e agitadas.


Por que é impossível não amar Harry Potter ?
(por Daniela Name)

Hermione é a típica sabe-tudo: estudiosa, inteligente e rápida, humilha os colegas com seu dedo sempre levantado, pronta para responder num segundo à mais difícil das perguntas. Mente prodigiosa, decora poções de magia e a história dos bruxos como nenhum outro aluno da Escola de Hogwarts. Ron Weasley tem um coração tão bom e tão generoso que é difícil imaginar como ele cabe no corpo magrelo e desengonçado do melhor amigo de Harry Potter. Opa, até que enfim chegamos no nome do protagonista do maior fenômeno editorial dos últimos tempos. Harry Potter, o carismático bruxinho que fez com que toda uma geração de crianças descobrisse o prazer da leitura e alçou sua autora, a escocesa J.K.Rowling, ao posto da mulher mais rica do Reino Unido — a Rainha Elisabeth teve que se contentar com o vice-campeonato.

E por que é impossível não amar Harry Potter? Ele não é o mais CDF dos alunos, nem o mais generoso, nem o mais bonzinho, nem o mais obediente. Também está longe de ser aquele gato de parar a torre do castelo. Então o que ele tem que os outros não têm? Como este box está aqui, no meio desta reportagem, você já deve ter concluído a resposta: Harry Potter é o rei dos índigos. E é por ser assim, meio gauche, com um raciocínio um tanto quanto enviesado, que acaba livrando professores e alunos das maldades de Voldemort, o bruxo das trevas que assassinou seus pais e vem ameaçando Hogwarts desde o início da saga. No dia do assassinato de Thiago e Liliam Potter, Harry estava dormindo no berço. Voldemort tentou matá-lo, mas havia algum tipo de poder no bebê que atingiu o bruxo quase mortalmente.

O confronto deixou uma cicatriz na testa de Harry, que começa a doer sempre que o perigo se aproxima. A intuição é uma forte aliada do bruxinho na hora de resolver problemas. Ele “sente” e “intui” muito mais do que raciocina. Atormentado pela orfandade e pela fama — é amado, invejado e odiado no mundo bruxo por causa do feito contra Voldemort — Harry precisa sempre usar este feeling para sair das enrascadas. Para derrotar o mal e encontrar as respostas para os mistérios que cercam sua origem, vive desobedecendo às rígidas regras que orientam Hogwarts. E enfrentando a autoridade de professores linha-dura, como o sempre mal-humorado Severo Snape. A Grifinória — equipe de Harry, Hermione e Ron — vive perdendo pontos por indisciplina. Mas os pontos voltam em dobro. E não por força da magia, mas pelos feitos do adorável bruxinho-índigo.

Como lidar com o índigo:

Sem imposições: A psicóloga Débora Gil diz que os pais do índigo não devem fazer imposições só por necessidade de obediência. Essas crianças sensíveis, talentosas e inteligentes não aceitam explicações do tipo porque sim ou porque não, respostas, segundo ela, tidas como de criança mas muito usadas por pais autoritários. Essas crianças não funcionam assim e exigem que os pais, com calma, expliquem o porquê de suas ordens.

Castigos absurdos: As ameaças de castigos absurdos, como o homem do saco vai pegar, vão passar pimenta na boca ou o papai do céu vai castigar, podem fazer o feitiço virar contra o feiticeiro. O índigo vai ver que esses castigos não acontecem e perderá o respeito por esses pais.

Discussões fechadas: Nunca se deve discutir a respeito do índigo na frente dele. Ele vai querer participar da discussão. Até mesmo uma questão marido-mulher, do tipo você demorou a chegar, dá ao índigo o direito de se intrometer.

Pais divergentes: Se o índigo percebe que os pais discordam em muitas questões — e ele percebe tudo — vai acabar manipulando a família inteira. Os pais devem divergir longe do índigo.

Pais atualizados: Os pais do índigo devem se atualizar em questões de alta tecnologia para poder acompanhar a criança e conversar com ela. Os índigos preferem revistas de ação, desenhos mais elaborados como os do X-Man, de tecnologias mutantes, jogos eletrônicos hiperativos como The Sims, que é uma simulação da vida real; o Civilization, que cria estratégias para a civilização desde o começo do mundo e leva meses para terminar. Se os pais não se atualizam, segundo Débora Gil, rapidamente os índigos deixarão de falar com eles, com a convicção de que eles não entendem nada mesmo.

Redação na Escola: A psiquiatra Ana Beatriz B. Silva diz que nos Estados Unidos as escolas assimilaram há algumas décadas a lidar com os índigos, estimulando suas potencialidades. Uma sugestão de Débora Gil é a de redações de temas livres e variados. O índigo escreve com pressa, come palavras e teria mais facilidade em escrever sobre o que mais lhe agrada.

Professor aliado: As turmas do índigo devem ser pequenas e o professor não deve ser um superior, mas um aliado. Uma maneira de trazer a atenção do índigo é lhe passar tarefas significativas, papéis de responsabilidade. Ele deve ser convidado para ser o monitor, um auxiliar do professor e jamais deve ser repreendido em público, muito menos de maneira estúpida ou severa.

Vida contemporânea aflige crianças sensíveis

Além da revolução tecnológica, que estimula ainda mais as potencialidades das crianças índigo e DDAs, a psicóloga Débora Gil alerta que a sociedade competitiva e individualista também afeta extremamente essas crianças hipersensíveis. Por serem muito curiosas, intuitivas, solidárias e justas, a cultura do sucesso e do dinheiro pode deixá-las aflitas, ansiosas ou angustiadas. Débora Gil, que trabalha com a psiquiatra Ana Beatriz B. Silva no Núcleo de Medicina do Comportamento (Napades), no Leblon, diz que este é mais um motivo para que estas crianças sejam tratadas com maior compreensão:

— Essas crianças são hipersensíveis e essa tensão social as afeta mais que as outras.

Escolas já adotam visão diferente de índigos

Mas como funciona o cérebro índigo? O que a neurociência comprovou, segundo Débora Gil, é que o lobo pré-frontal do cérebro, que filtra os estímulos externos, trabalha mais devagar nessas crianças. Isso significa que as demais partes do cérebro recebem mais estímulos e trabalham mais rapidamente. A psiquiatra Ana Beatriz B. Silva explica que essas crianças são hiperestimuladas e, por isso, são mais inteligentes, sensíveis, intuitivas, criativas e ativas.

— Na visão ultrapassadíssima da neurologia, o exame era o encefalograma e o diagnóstico era de lesão cerebral e disritmia, com prescrição de drogas como Gardenal. Hoje sabemos que os DDAs e os índigos são apenas diferentes na velocidade do funcionamento cerebral e precisam apenas de ajuda para desenvolver suas potencialidades que são geniais — diz ela.

As drogas, como as à base de ritalina, são indicadas, segundo ela, só em casos raríssimos de extrema dificuldade de concentração e devem ser usadas em períodos de um a dois anos no máximo:

— Hoje sabemos que o cérebro tem uma enorme plasticidade. Assim como uma terapia altera o seu funcionamento, a droga também o ensina a regular a sua produção de dopamina, o que equilibra a impulsividade dos DDAs.

Os índigos sempre existiram, mas nem sempre foram compreendidos como gênios, segundo Ana Beatriz. Ela cita em seu livro índigos históricos: Einstein, que chegou a ser considerado uma criança burra por seus professores, Mozart, Beethoven, Leonardo da Vinci, James Dean e Marlon Brando estão na lista de gente lilás tida como louca.

Mas isso já passou. No Rio, os índigos e os DDAs já conquistam novos tratamentos para sua hipersensibilidade. Escolas como a Creche Acalanto, o Jardim-Escola Vilhena de Morais, o Espaço Educação e o Franco-brasileiro já não vêem seus alunos hipersensíveis como crianças-problema.

Foi o caso de João Gustavo, de 10 anos, aluno da Creche Acalanto. O menino é um ótimo pesquisador, um ótimo papo, mas sofre na hora de escrever. Não tem paciência nem para ler um enunciado de uma questão. A mãe, Claudia, foi chamada pela escola para resolverem juntos a situação:

— Não é nada grave, mas ele só se concentra no que gosta. Ele é obediente, desde que eu explique muito bem por que ele deve obedecer. Ele acha que dá trabalho ler, mas adora ficar no computador, conversa com todo mundo pelo ICQ.

A mãe de Letícia, de 5 anos, Wanda Barros, também foi alertada pelo Jardim-Escola Vilhena de Moraes que a menina parecia distraída, mas não era: apenas prestava atenção na professora e em milhões de outras coisas à sua volta.

Tiago, de 7 anos, é um artista do Colégio Franco-brasileiro. Faz comerciais, decora longos textos, conversa com todo mundo na rua, pergunta sempre por que tem que fazer o que lhe mandam. Mas, na hora de escrever, o pensamento vai mais rápido que a sua história. Sua mãe tenta pacientemente lhe ensinar a escrever com “começo, meio e fim”.

Teresa, mãe de Carolina, de 5 anos, teve que se “adaptar” à filha:

— No início, eu me afligia e tentava mudá-la. Nada dava certo, ela não aceita ordens. Quando eu me irritava, eu dizia “é assim porque eu quero, sou sua mãe e pronto”. Era um desastre. Eu é que tive que mudar. Carol é assim inquieta e pronto — brinca Teresa.



COLABOROU Lílian Fernandes



 


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Serás tu um Índigo adulto?

(Por Wendy H. Chapman)


Sim, tu podes ser um Índigo adulto. Os Índigos não começaram a chegar a Terra
recentemente. O que ocorre é que o seu número tem vindo a aumentar
cada vez mais, sendo tantos neste momento, que já não podemos ignorá-los.

Será tu um Índigo adulto?

Eu creio que os Índigos adultos têm as seguintes características:
• são inteligentes ainda que, na escola, não tenham tirado as melhores notas.
• são muito criativos e desfrutam dela inventado coisas;
• sempre precisam de saber O PORQUÊ, especialmente quando se lhes pede que façam
algo;
• desagradava-lhes e até odiavam grande parte do trabalho repetitivo e
obrigatório da escola e isto ainda hoje ocorre em seu trabalho;
• na escola, eram rebeldes negando-se a fazer os trabalhos, e recusavam a autoridade
do professor, ou então, gostariam de se revoltar mas não se ATREVIAM, geralmente
por causa da pressão dos pais;
• é possível que tenham experimentado depressão existencial bem cedo e sentimentos
de impotência, os quais podem ter ido desde a tristeza até ao total desespero.
Sentimentos suicidas sentidos durante a escola secundária ou até antes, são relativamente
freqüentes no Índigo adulto;
• têm dificuldades em empregos não dedicados ao serviço. Os Índigos resistem à
autoridade e ao sistema laboral hierárquico, principalmente quando repetitivo;
• preferem esforços cooperativos, posições de liderança ou trabalhar sozinhos;
• têm profunda empatia por outros, mas também uma profunda intolerância perante a
estupidez;
• podem ser extremamente sensíveis emocionalmente, inclusive chorando ao mínimo
motivo (sem proteção), ou então, podem ser o oposto, e não mostrar qualquer
expressão de emoção (proteção completa);
• podem ter problemas com a IRA;
• têm problemas com os sistemas que consideram «gastos» ou ineficazes, como por
exemplo, o sistema político, educativo, médico, legal, etc;
• afastamento ou sensação de irritação com a política, sentindo que a tal voz não conta,
e que o resultado, realmente, não importa;
• frustração ou rejeição ao tradicional “sonho americano” que consiste em: trabalhar oito horas,
matrimônio, 2 filhos, casa com uma cerca branca, etc;
• sentem muita ira quando são privados dos seus direitos e até medo e/ou fúria perante o “Grande Irmão (Big Brother)” que está a observar-te;
• um ardente desejo de fazer algo para mudar ou melhorar o mundo. É possível que não
saibam o que fazer. Talvez tenham problemas para identificar o seu caminho;
• têm interesses psíquicos ou espirituais desde muito novos, antes ou durante a
adolescência;
• tiveram poucos, ou nenhum, modelo Índigo para imitar;
• possuem forte intuição;
• padrão de comportamento ou estilo mental aleatório (sintomas de Desordem de Falta
de Atenção). É possível que tenham problemas para se concentrarem nas suas tarefas. Podem saltar de tema durante as conversações (palestras, dissertações, etc);
• tiveram experiências psíquicas, tais como premonições, ver anjos ou fantasmas,
experiências fora do corpo, ouvir vozes, etc;
• podem ser sensíveis à eletricidade: os relógios não funcionam, as lâmpadas apagam-se
quando passam por debaixo delas, os aparelhos elétricos funcionam mal ou
queimam-se os fusíveis;
• podem ter consciência de outras dimensões e realidades paralelas;
• são muito expressivos sexualmente. Também podem recusar a sexualidade por
aborrecimento ou com a intenção de conseguir uma ligação espiritual mais elevada ou
podem explorar tipos alternativos de sexualidade;
• procuram o significado das suas vidas e a compreensão do mundo. Podem consegui-lo
através da espiritualidade ou da religião, grupos ou livros de auto-ajuda;
• se chegam a encontrar o seu equilíbrio, podem converter-se em indivíduos muito
fortes, sãos e felizes.
Esta é a minha opinião, baseada em conversas com outros Índigos adultos, e a minha
extrapolação a partir de indicadores de Crianças Índigo projetados para uma geração
atrás.


© Wendy Chapman – http://www.metagifted.org/
Tradução para português: Vitorino de Sousa




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QUEM SÃO AS CRIANÇAS E ADULTOS ÍNDIGO E CRISTAL?


(por Célia Fenn)

 
Como se pode saber se vocês ou alguém que conhecem, é uma Criança ou Adulto Índigo ou Cristal?

Descreveremos os principais aspectos ou características dessa gente. Mas queremos enfatizar que o fenômeno Índigo/Cristal é o próximo passo na evolução do espécime humana. Todos estamos, de alguma maneira tornando-nos Índigo e Cristal. Eles estão aqui para mostrar-nos o caminho, assim poderemos aplicar os seus ensinamentos quando fizermos a transição para a próxima etapa do nosso crescimento evolutivo.
As Crianças Índigo vêm encarnando na Terra nos últimos 100 anos. Os primeiros Índigos foram pioneiros e vieram para mostrar o caminho. Depois da Segunda Guerra Mundial, um número significativo deles nasceu, estes são os Índigos adultos de hoje. Mas nos anos 70 nasceu uma grande quantidade de Índigos de forma que temos, agora, uma geração completa de Índigos que estão aproximadamente com trinta anos. Os índigos continuaram a nascer aproximadamente até o ano 2000, com habilidades e altos graus de sofisticação tecnológica e criativa.


As Crianças Cristal começaram a aparecer no planeta a partir do ano 2000, apesar de alguns terem chegado um pouco antes. Estas crianças são extremamente poderosas, cujo propósito principal é levar-nos ao nível seguinte da nossa evolução, para revelar a nossa divindade e o nosso poder interno. Eles funcionam como uma consciência grupal, não como indivíduos, uma vez que eles vivem pela "Lei do Um" ou Consciência de Unidade. Eles são uma poderosa força para o amor e a paz do planeta.


Os Adultos Índigo e Cristal são compostos por dois grupos. Primeiro, estão aqueles que nasceram como Índigos e que, agora, estão a fazer a sua transição para Cristal. Isso significa que eles estão a experimentar uma transformação que desperta a sua consciência de "Cristo" ou "Cristal", o que os une às Crianças Cristal como parte de uma onda evolutiva de mudança. O segundo grupo é composto por aqueles que não nasceram índigo, mas por meio do seu próprio trabalho duro, diligentemente, seguiram os seus caminhos espirituais e conseguiram assimilar a energia e se sintonizar na freqüência, tornando-se também um índigo pelo processo evolutivo (muitas vezes devido a convivência com algum índigo). Isso significa que todos nós temos o potencial de ser parte do florescente grupo de "anjos humanos".

O texto seguinte descreve as diferenças entre Crianças Índigo e Cristal. Faz parte do artigo de Doreen Virtue, As Crianças Índigo y Cristal:


A primeira coisa que a maioria das pessoas nota, com relação aos Cristais, é os seus olhos grandes, penetrantes e sábios, mais do que sua idade faria supôr. Os seus olhos perseguem-nos e hipnotizam, enquanto vocês sentem que a vossa alma está a ser mostrada para a criança que a vê. Talvez vocês tenham notado que este novo "tipo" de crianças está a povoar rapidamente o nosso planeta. Eles são felizes, encantadores e compassivos. Esta geração de novos trabalhadores-da-luz, tem entre 0 a 7 anos de idade e estão a apontar o caminho para onde a humanidade se dirige... E é uma boa direção!
As crianças maiores (entre os 7 e os 25 anos), chamados "crianças índigo", compartilham as mesmas características das Crianças Cristal. As duas gerações são altamente sensitivas e com habilidades psíquicas, compartilhando propósitos importantes de vida. A diferença principal é o seu temperamento. Os Índigos têm um espírito guerreiro, devido a que o seu propósito coletivo é pulverizar os antigos sistemas que já não nos servem mais. Eles estão aqui para anular os sistemas governamentais, educativos e legais que carecem de integridade. Para conseguir este propósito, eles necessitam de temperamento e determinação valorosos.

Os adultos que resistem à mudança e que valorizam o conformismo podem interpretar mal aos Índigos. Eles, com freqüência são etiquetados com diagnósticos psiquiátricos de Déficit de Atenção, Desordem e Hiperactividade (Attention Deficit with Hyperactivity Disorder - ADHD) ou Desordem de Déficit de Atenção (Attention Deficit Disorder - ADD). Tristemente, quando se lhes dá medicamentos, os Índigos com freqüência perdem a sua maravilhosa sensibilidade, os seus dons espirituais e a sua energia guerreira... As Crianças Cristal, ao contrário, são felizes e de temperamento estável. Claro que, ocasionalmente, podem ter as suas raivas, mas estas crianças são altamente misericordiosas e tranqüilas. Os Cristais são a geração que se beneficiará do trabalho feito pelos índigos. Primeiro, as Crianças Índigo conduzem-se com a bandeira na mão, destruindo tudo aquilo que careça de integridade. Depois, as Crianças Cristal seguem o caminho já limpo, dentro de um mundo mais inofensivo e seguro.


Os termos "Índigo" e "Cristal" foram dados a estas duas gerações porque descrevem de maneira muito precisa as cores das suas auras e os seus padrões de energia. As Crianças Índigo têm muito azul índigo nas suas auras (como na pedra Lápis-lazúli). Esta é a cor do "chakra do terceiro olho", que é o ponto de energia dentro da cabeça localizado entre as duas sobrancelhas. Este chakra regula a clarividência, a telepatia, a premonição ou a habilidade para ver a energia, visões e espíritos. Muitas das Crianças Índigos são clarividentes. 


As Crianças Cristal têm uma aura que muda de cor, alternando formosos tons multicores (como na pedra Opala ou quando olhamos para o sol através de um cristal). Esta geração também mostra uma fascinação pelas pedras e pelos cristais.


As Crianças Índigo podem sentir a desonestidade da mesma forma que um cão sente o medo. Os Índigos sabem quando lhes mentem para superprotege-los ou para manipulá-los. E, uma vez que o seu propósito coletivo é conduzir-nos para um novo mundo de integridade, os Índigos têm detectores de mentiras integrados. Como antes mencionamos, estes guerreiros do espírito são uma ameaça para alguns adultos. Também os Índigos são incapazes de aceitar situações disfuncionais no lar, escola ou trabalho. Eles não tem a habilidade de afastar (ou desassociar) os seus sentimentos e fingir que está tudo bem... a menos que se lhes administre medicamentos ou sedativos.


Os dons espirituais das Crianças Cristal são também mal-entendidos. Especificamente as suas habilidades telepáticas podem fazer com que eles demorem a começar a falar.


O novo mundo para ao qual os Índigos nos conduzem, será um estado em que seremos muito mais conscientes dos nossos pensamentos e sentimentos intuitivos. Não nos basearemos muito nas palavras faladas ou escritas. A comunicação será mais rápida, mais direta e mais honesta, uma vez que será de mente para mente. Já neste momento, muitos de nós está tendo contato com as suas habilidades psíquicas. O nosso interesse no paranormal será a todo o tempo, acompanhado por livros, programas de televisão e filmes sobre estes assuntos.

Assim, que não seja uma surpresa que os da geração que segue os Índigos sejam incrivelmente telepáticos. Muitas das Crianças Cristal demoram a falar, alguns esperam até os 3 ou 4 anos de idade para começarem. Mas os pais contam que não tem problemas para comunicar com as suas crianças silenciosas, longe disso! Os pais estabelecem uma comunicação mente a mente com as suas Crianças Cristal. E os Cristais usam uma combinação de telepatia, antiga linguagem de sinais e sons (incluindo o canto) para se darem a entender.


O problema surge quando os Cristais são julgados por médicos ou educadores como se tivessem padrões de fala “anormais”. Não é coincidência que, por causa do grande número de Cristais que estão nascendo, aumentou significativamente o número de diagnósticos de autistas.


É verdade que as Crianças Cristal são diferentes de outras gerações. Mas por que necessitamos criar uma patologia destas diferenças? Se as crianças conseguem ter uma boa comunicação no lar, e os pais não estão a sentir problema algum... então por que tratar de criar um problema? O critério do diagnóstico para o autismo é muito claro. Este estabelece que a pessoa com autismo vive num mundo próprio e está desconectada das outras pessoas. O autista não fala porque lhe é indiferente comunicar-se com os demais.


As Crianças Cristal são opostas a isso. Elas são mais conectadas, comunicativas, carinhosas e mimosas que qualquer outra geração. Elas também têm dons muito filosóficos e espirituais. E expressam um nível sem precedentes, de gentileza e sensitividade a este mundo. As Crianças Cristal abraçam espontaneamente e cuidam das pessoas que necessitam. Uma pessoa autista não faria isso!


No meu livro "O cuidado e a alimentação das Crianças Índigo", escrevi que o ADHD deveria ser um símbolo de como se sintonizar dentro de uma Dimensão Superior. Isso descreveria mais acertadamente essa geração. Do mesmo modo, a etiqueta autista não é justificável para as Crianças Cristal. Elas não são autistas! Elas são surpreendentes!


Estas crianças representam a emoção de algo sublime e não que se lhes dêem a etiqueta de disfuncionais. Se algo é disfuncional, são os sistemas que não são adequados à evolução contínua da espécie humana. Se envergonhamos as crianças com etiquetas, ou lhes damos medicamentos para tê-los submissos, menosprezamos um presente enviado pelos céus. Incorremos no perigo de destroçar uma civilização antes que tenha tempo de fincar raízes. Por sorte, há muitas soluções positivas e alternativas. E o mesmo céu enviou-nos as Crianças Cristal para que possam ajudar aqueles de entre nós que são os seus advogados.


O texto seguinte é um extrato do livro de Célia Fenn que será publicado brevemente, chama-se "A Aventura Índigo-Cristal", que explica melhor os aspectos metafísicos da experiência Índigo-Cristal.


CAPÍTULO CINCO
AURAS DOURADAS, ANJOS HUMANOS E CONSCIÊNCIA MULTIDIMENSIONAL

As Crianças Índigos e Cristal que vieram ao planeta, são conhecidos como "crianças-das-estrelas". As suas almas estão mais no lar das estrelas, pois eles nunca encarnaram antes aqui, na Terra. Elas vêm neste tempo com uma “atribuição especial" para ajudar a Terra e os seus habitantes na sua transição e renascimento como uma "Nova Terra" dimensionalmente superior.

Mesmo que apareçam como seres humanos ordinários, elas, de fato tem acesso a um campo de ação mais vasto, no que respeita ao potencial humano. São mais abertas a ser quem são, mais próximas ao reconhecimento das suas origens divinas e da sua essência.


As Crianças Índigo nasceram no Raio Índigo das Almas de Encarnação e Evolução. Isso significa que elas têm acesso aos dons de clarividência e cura. Elas são, também capazes de aceder ao seu poder de ter domínio sobre a Quarta e Quinta Dimensão de Consciência, enquanto que a maioria dos humanos tem acesso somente a Terceira e Quarta. Este acesso às Dimensões Superiores, junto com os dons do Raio Índigo da alma, significa que as Índigo são naturalmente mais inteligentes, mais sensíveis e mais clarividentes. Eles também são criativos e, com freqüência são capazes de aceder ao hemisfério esquerdo e direito de cérebro com facilidade, o que lhes dá acesso a dons artísticos. São também bons em tecnologia e aventureiros.

As Crianças Cristal, por outro lado, na sua maioria, têm nascido sob o auspício do Raio Dourado de Encarnação e Evolução. Elas nascem na Sexta Dimensão da Consciência, com o potencial de, rapidamente, abrirem-se à Nona Dimensão da Consciência Crística Plena, e daí para a Décima Terceira Dimensão que representa a Consciência Universal.

Com estes dons e habilidades, os seres Cristal são imensamente poderosos e criativos. Muitos deles contém o Raio Dourado e Magenta, que os fazem mestres da Criação, especialmente da luz e do som. Isto se manifesta como criatividade artística e musical, no plano da Terra. Aqueles que contém o Raio Índigo-Prata são também agraciados como as "mães" e "deusas" do planeta, a expressão da vibração feminina de cura e nutrição. Os que estão no Raio Vermelho-Dourado, por outro lado, sustentam a vibração masculina da manifestação e são, com freqüência, os líderes no sentido mais ativo.


A Criança Cristal do futuro será conhecida como um ser “Cristal arco-íris”. Este é um Ser Humano Universal da Décima Terceira Dimensão, capaz de conter e transmitir todos os Raios de Encarnação e Evolução dentro de seu campo vibratório. Já há seres Cristal arco-íris no planeta Terra, mas eles ainda não estão abertos ao seu potencial pleno.


O emocionante, com relação a estes desenvolvimentos evolutivos, para as pessoas comuns, é que os seres Índigo e Cristal trazem estas vibrações ao planeta para compartilhá-los com todos. Apenas com a sua presença, eles já ajudam outros se moverem dentro destas novas vibrações e estimulam para que se abram também ao seu pleno potencial. A oferta Índigo-Cristal ao planeta é um presente de Evolução e acesso ao seu potencial total, para cada um dos seres humanos do planeta destes tempos, se assim o decidirem.


Neste momento, muitas pessoas que já estão a permitir essas mudanças ou transições dentro da sua aura, podem transitar desde a sua condição original da terceira dimensão aos estados dos Índigo e depois dos Cristal, com a assistência das crianças que mantém a vibração. Agora, estes adultos são capazes de sustentar o Raio Dourado da Evolução no seu oitavo chakra, e estão ajudando a criar uma matriz para a Criação da Nova Terra. Esta pulsante luz Dourada pode ser claramente vista nas suas auras por aqueles que tem o dom de perceber as cores da aura.     

O Anjo Humano

Uma das ofertas deste processo, é que os Seres Humanos estão a tornarem-se conscientes de quem realmente são: Espíritos em Corpos Humanos, e que são, em outras palavras, Anjos na forma humana.


Nós sempre fomos conscientes das nossas conexões com os reinos superiores, mas também sempre sentimos que o "humano", e o estado material, de alguma forma nos "afasta" da nossa herança angélica. Nós falamos do nosso "Ser Superior", sabendo que temos acesso a este aspecto de nós mesmos, mas que, de alguma maneira, ele não é completamente parte de nós próprios, uma vez que só lhe podíamos ter acesso através da meditação.  


Isso se deve, em parte, porque as nossas formas físicas estavam encerradas na Terceira Dimensão, e o nosso Ser Superior, ou Ser Angelical, era de mais alta vibração e permanecia mais nas Dimensões Superiores. Assim, desta forma, havia sempre uma "separação" entre a manifestação material do corpo humano e a manifestação da consciência espiritual.


Agora, no entanto, com a mudança vibratória que o planeta está experimentando, apropriadamente chamada "Ascensão" da Terra e dos seus habitantes, existe a oportunidade de "ascender" da consciência de Terceira Dimensão para as Dimensões Superiores. Quanto mais a consciência ascende, mais o mundo Superior se aproxima, até que já não haja uma "separação" mas antes uma seqüência contínua que é chamada "Consciência Multidimensional".


Neste estado, o ser humano é capaz de aceder, com a mesma facilidade, tanto aos reinos materiais como espirituais. Já não necessita tanto da meditação intensa, uma vez que o acesso aos reinos do espírito é imediato e evidente. As pessoas em estado multidimensional têm acesso á sua presença angelical ou estado Angelical, e se reconhecem a si próprias como seres Espirituais ou Anjos que tem também um corpo humano capaz de funcionar no plano material como seres físicos.  


Neste ponto pode-se dizer, que o Ser Superior e o Ser Inferior se mesclou, que o Ser Humano é agora um Anjo Humano.


Os humanos, então, estão conscientes de si próprios, como Angelicais, Poderosos e Criativos. Eles não têm tempo para coisas como o medo e os dramas onde há vítimas. Gastam o seu tempo na criação de um tipo de realidade na qual se sentem felizes e contentes.  


Muitas Crianças Índigo e Cristal já estão quase neste ponto de consciência ou já completamente dentro dele, bem como muitos dos adultos Índigo-Cristal que fizeram a transição para este estado. São estes novos seres, que serão capazes de reclamar a sua herança humana e angelical, que criarão a nova Terra.


É importante tornar claro neste ponto, que é imperativo que aqueles que fizeram a sua transição dentro da consciência dos seus íons angelicais, sejam também conscientes de como isso é importante para os humanos e que permaneçam bem ancorados nos planos ou dimensões materiais. O objetivo da transição é trazer o "Céu" para a "Terra" e não se desvanecer em algum estado de infundamentado paraíso.


Para os Anjos Humanos há trabalho para fazer. Criar uma Nova Terra que trará o Céu para a Terra. E, uma vez que o “céu” não é somente um estado de consciência, estes Anjos Humanos devem trabalhar para trazer os estados superiores de consciência ao plano da Terra. Quando se conseguir, então, terá nascido uma cultura planetária que respeitará todos os seres, como manifestação da Essência Divina. E essa cultura refletirá que o respeito é a paz, a harmonia e a criatividade.


A Natureza da Multidimensionalidade

Até muito recentemente, todos os humanos da Terra tinham nascido como seres de Terceira Dimensão. Isso significa que estavam completamente no plano do reino material, e a sua consciência estava "encerrada" na Terceira Dimensão. Funcionavam basicamente nos primeiros três chakras, o material, o emocional e o mental. Onde havia espiritualidade, era normalmente visto como algo externo ou algo fora do funcionamento normal diário.


O Ser de Terceira Dimensão é consciente de si mesmo como um indivíduo separado e único. Não há sentido real de unicidade ou da unidade de consciência, pois este é um fator da consciência superior, ou seja, que incluiu outra dimensão. Devido ao seu sentido de separação, os humanos construíram uma sociedade que tem muito pouca consciência da interconexão entre os seres e as suas ações. Devido a essa falta de consciência, os humanos criaram um planeta de tristeza e sofrimento, onde os indivíduos não vêem a necessidade de serem responsáveis pelos seus pensamentos, sentimentos e ações. O temor de não sobreviver individualmente devido á carência de recursos, conduziu-os à ambição e a desequilíbrios que necessitam de serem atendidos, em lugar de criar um lar no planeta para todos os seres humanos.

As crianças Índigo chegaram com a chave para a Multidimensionalidade. Elas nasceram dentro de corpos da Terceira Dimensão, mas a sua consciência está, efetivamente, na Quarta Dimensão e são capazes de penetrar até á Quinta Dimensão. Quando esta "onda" de consciência Índigo chegou ao planeta, nos princípios dos anos 70, o caminho foi aberto para todos os humanos e para o próprio planeta avançar em direção da Quarta Dimensão.

Neste nível, da Quarta Dimensão da Consciência, os humanos tornam-se conscientes da Lei Universal. Lei do Um, também conhecida como “Consciência da Unidade”. Ela diz que todos somos Um, que todos estamos conectados e que o que afeta a um, afeta a todos. As Crianças Índigo tem este conhecimento na sua consciência, o que os leva a serem guerreiros de muitas causas que curarão a Terra e deterão os humanos no caminho de destruição e contaminação do meio ambiente, que causa dano a outros seres humanos. A Lei do Um também promove o entendimento de que todos somos iguais, ninguém é maior do que o outro. Esta consciência e percepção grupal é o caminho do futuro para os seres humanos. Aprenderemos a funcionar cooperativamente e para o bem-estar de todos, assim vamos criar a Nova Terra que todos desejamos.


Os Índigos respeitam os talentos e habilidades de cada indivíduo, mas com a consciência de que estes talentos não fazem ninguém mais importante que o outro. O papel do ego e a auto-importância não tem um lugar real na vida de um Índigo.  

Quando a percepção de um Índigo se abre á Quinta Dimensão, torna-se consciente de si mesmo como um Criador. A percepção de Quinta Dimensão ama criar. Todos os sistemas de pensamento e os sistemas econômicos da Terra da atualidade são criações de Formas Pensamento de Quinta Dimensão que mantemos no seu lugar por nosso apoio contínuo destas formas de pensamento. Eles formam uma rede de Quinta Dimensão ao redor da Terra. As maiorias dos seres dimensionalmente inferiores são completamente inconscientes de que os seus pensamentos e comportamento estão sendo controlados desde aquele nível.


Quando a consciência Índigo se abre neste nível, há com freqüência uma recusa a todos os sistemas de crença preexistentes e em seu lugar surge uma consciência de liberdade para criar novas e alternativas formas de pensar e de ser. A pessoa Índigo aceita a missão planetária de criar e trazer novas maneiras de pensar e de ser para o planeta Terra. Mas, neste nível a consciência ainda tem que ver com a dualidade “bem" e "mal", que determinam qual o melhor tipo de sistema para a Terra.

O passo seguinte é mover-se para além da dualidade, entrar em um reinado onde tudo parece fazer parte do bem-estar maior, o bem-estar de todos, da totalidade.


Este estado avançado é conhecido como Consciência de Sexta Dimensão, é o reinado da Criança Crística (Cristal), a Criança Mágica. Todas as Crianças Cristal nasceram neste nível de consciência. Elas têm acesso imediato aos aspectos mágicos e espirituais de si próprias e são capazes de combinar imaginação e criação em formas fantásticas e alegres. Se os deixássemos entregues aos seus próprios dispositivos, imediatamente criariam um planeta mágico. Mas, eles ainda têm que lidar em larga escala, com a consciência da Terceira Dimensão e eles lutam com os padrões e comportamentos que encontram aqui.

Quando a consciência de um Índigo adulto faz a mudança para o estado Cristal, eles entram nesta consciência da Sexta Dimensão e neles se implanta a consciência Crística. Eles renascem como uma Criança Crística Mágica. Com esta, chega a percepção da alegria da vida e do papel do espírito através dos seres humanos neste planeta. Então toda a vida é vista como mágica e bem-aventurada e toda a vida é dirigida e avança por meio do trabalho do espírito. Neste ponto, o ser entende o princípio de render-se ao fluxo da imensa onda evolutiva, enquanto que ao mesmo tempo exerce o direito de ser criador no âmbito individual.


A consciência Crística quando já amadureceu suficientemente neste nível pode, então, mover-se dentro do nível da Sétima Dimensão, onde a percepção se abre para a natureza das missões espirituais do Ser. Um adulto Cristal ou Crístico deste nível, está pronto para participar numa missão planetária como portador de consciência dimensional superior. O trabalho pode envolver ensino ou cura em grande escala ou, simplesmente em ser portador da energia na sua aura para que os outros possam aceder a vibrações superiores no seu caminho evolutivo.


A Criança ou Adulto Cristal, a partir daqui, tem todo o potencial para abrir-se plenamente ao Nono Nível ou consciência Crística total. Isto incorpora o Oitavo Nível, o nível arquétipo, onde o ser tem controle total sobre a história da sua vida na Terra e o Nono Nível, ou Nona Dimensão, onde o ser assume plena responsabilidade na administração do planeta. 

O potencial, então, existe para que o ser continue na sua jornada em direção ao Décimo Nível, onde ele acede as suas responsabilidades no Sistema Solar; o Décimo Primeiro nível, que é o nível Galáctico de consciência é acedido e finalmente, o Décimo Segundo Nível, onde o Raio Dourado da Consciência Universal estabelece o ser como um Ser Universal Pleno. O nível Décimo Terceiro representa o Mestre, que entra dentro do Mistério Divino como uma chispa plenamente consciente da Essência Criativa Divina.

Um Salto Evolutivo


Como se vê, a aventura Índigo-Cristal representa um enorme salto evolutivo para a espécie humana. Isto é inicialmente um enorme salto na consciência, refletida nas cores de aura e o acesso às camadas multidimensionais de consciência num indivíduo.

Mas o que se manifesta nos corpos sutis ou espirituais deve, eventualmente fazer-se presente no corpo do plano físico ou terrestre de cada indivíduo. E eventualmente, no corpo físico do mesmo Planeta. As crianças e adultos Índigo e Cristal são uma parte integral e dinâmica do salto evolutivo dentro de um novo e dourado futuro.


Níveis superiores de consciência, percepção da interconexão de todas as coisas e um desejo por uma vida criativa qualificada em breve se tornarão à característica de todos os humanos sobre o planeta.  



Fonte: http://www.starchild.co.za/channel11a.html
Tradução: Damián Carmona 
Amerika Índigo
http://www.chamanaurbana.com/






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Novas Crianças, Novos Homens
(Yamileth Garcia Sosa)



Segundo os adeptos da psicoespiritualidade, hoje uma das mais modernas disciplinas científicas, nosso planeta está começando a ser povoado por uma nova raça humana, mais sensível e democrática e menos autoritária e manipuladora. Trata-se de seres humanos muito especiais, gerados sob métodos estritamente naturais, nesta época marcada pelas fertilizações dentro de laboratórios e de clones de animais e plantas.

São crianças tão terrestres como seus pais, a única diferença é sua tarefa espiritual de impulsionar mudanças na humanidade.

Os especialistas as chamam de Crianças Índigo, e atribuem a elas grande dose de intuição, inclusive telepatia, qualidades de prever o futuro, e até reconhecer a presença de seres etéreos como as fadas e os duendes que, segundo alguns, nos rodeiam. Além disso, têm a capacidade de ver os espectros da luz, escutar todos os tipos de sons, e apresentam uma relevante hipersensibilidade tátil. Como se isso fosse pouco, alguns ainda chegam ao mundo com o dom da cura.

Mas porque eles vêm ao planeta Terra? Segundo a pesquisadora da Psicoespiritualidade (conceito que se refere a psicologia transpessoal, onde se une o conhecimento do ego e da alma), a vinda dos novos homens não é uma casualidade. Pelo contrário, possuem uma tarefa específica a cumprir.

"Muitas das crianças que chegam ao planeta vêm com a missão de elevar a energia vibratória, e possuem melhores condições biológicas para lidar com as impurezas criadas pelo homem. Trazem um potencial de mudança dentro de seu DNA. São a ponte de conexão entre a terceira e a quarta dimensão", ressalta María Dolores Paoli, psicóloga venezuelana praticante desta nova tendência, a psicoespiritualidade.

Segundo esta especialista, as Crianças Índigo nascem em todas as classes sócio-econômicas e caracterizam-se, basicamente, por possuir um novo estado de consciência. Contudo, destaca Paoli, também existem certos traços físicos que distinguem estas crianças: "Geralmente são magros, têm olhos grandes, ligeiramente acentuados no lóbulo frontal e em sua maioria são canhotos ou ambidestros. Comem pouco e normalmente são vegetarianos por não suportar a carne".

Mas não se trata de uma minoria de crianças especiais: esta nova raça, estima a analista, abrange cerca de 80% da população infantil mundial.

Valores Renovados

De acordo com Paoli, a educação e os valores transmitidos à criança, devem ser revisados pelos pais e especialistas. E por isso é preciso levar em consideração, antes de tudo, que as Crianças Índigo não aceitam a imposição nem a autoridade, recusam a manipulação, a falsidade e a desonestidade. Muito menos aceitam os velhos truques de disciplina baseados no medo e na culpa.

"Estes pequenos seres gostam de ser tratados e honrados como indivíduos", esclarece Paoli em seu “Material de Apoio para a Educação das Crianças do Futuro”. Nele a especialista considera que a educação emocional deve estabelecer-se na visibilidade e transparência.

"Não se deve envergonhar, culpar, mentir e nem gritar com as Crianças Índigo. Pelo contrário, é preciso preservar sua auto-estima. Deve se oferecer a oportunidade de escolha e, ao mesmo tempo, evitar a comparação. Devem receber disciplina sem emoção", acrescenta a psicóloga.

Outras sugestões para a educação emocional na infância são estimular sua superioridade (mas não a competição entre indivíduos) e também inserir bom humor durante sua educação.

Segundo Paoli existem palavras chaves durante o processo de ensino destes pequenos, que devem ser administradas de acordo com sua idade biológica, baseados nas Sete Leis Espirituais para os Pais. Por exemplo, até o primeiro ano de vida, os vocábulos essenciais são amor, afeto e atenção. "Os bebês devem ser tocados, abraçados, se sentir seguros e também é preciso brincar com eles", explica.

Depois, entre o primeiro e o segundo ano, destaca-se os termos liberdade, respeito e estímulo. "Durante esta etapa eles experimentam o desapego dos pais. Não se pode condicioná-los através do medo. Temos que evitar que a criança associe a dor, ao mal ou a fraqueza. Caso contrário, não haveria espaço para o crescimento espiritual", afirma Paoli.

Mérito, explorar e aprovar, são as palavras chaves entre os 2 e 5 anos. Época na qual o menor passa do Eu sou para o Eu Posso. Se for reprimido e não se sentir encorajado, ele será um adulto incapaz de enfrentar qualquer desafio", enfatiza a especialista.

Depois, entre os 5 e 8 anos, a criança já assimila conceitos mais abstratos. Por isso deve-se administrar os termos: dar, repartir, aceitar, verdade e não julgar. " Eles adoram dividir quando sentem amor. Mas se aprendem que para dar, é preciso perder algo, nunca saberão o verdadeiro significado da entrega. E quanto à verdade, devem aprender que vem acompanhada de um sentimento agradável e não como um precedente de um problema, caso fosse ocultada".

Depois, entre os 8 e 12 anos, agora não tão pequenos, eles aprendem como e por quê funcionam as coisas. Nesta etapa as palavras chaves são: juízo, independência, discriminação e reflexão.

Em seguida, entre os 12 e 15 anos, a criança já na adolescência, exige que os pais utilizem termos como a experiência, a responsabilidade e estar alerta. "As que aprenderam as lições da educação espiritual, têm total confiança em seus pais. Do contrário, se sentiriam confusos, não resistiriam às pressões amigáveis e buscariam experiências indiscriminadas".

De acordo com Paoli, os colégios e os demais centros educativos, devem estar atentos para reconhecer a presença das Crianças Índigos dentro das salas de aula. Em sua opinião, estes alunos não correspondem aos métodos de ensino tradicionais. Pelo contrário, afirma a psicóloga, "aprendem de forma reflexiva e participante, não através da memorização. Por isso, não se deve estranhar que muitos destes pequenos sejam classificados como crianças problemas, já que se dispersam com grande facilidade durante as aulas".

Novo Curriculum Escolar

A presença desta nova raça humana está ajudando nas modificações, inclusive dentro do sistema escolar. O novo curriculum, segundo Paoli, será baseado no desenvolvimento da consciência, honestidade e responsabilidade, manifestando-se no pensamento intuitivo e crítico em busca de soluções. "Será um sistema igualitário, autônomo, integral e flexível", afirma a psicóloga. Esta reforma educativa incluirá nas escolas matérias como: compreensão e responsabilidade do poder, soluções pacíficas de conflitos, economia ética, ciência e espiritualidade, entre outras novidades.



Yamileth Garcia Sosa, jornalista venezuelana residente em Miami, que escreve sobre temas atuais relacionados com a América Latina.

http://sitededicas.uol.com.br/







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Educando crianças Índigo e Cristais:

Educando com o coração

(por Célia Fenn)







Educar uma criança Índigo ou Cristal é um privilégio especial nestes tempos de turbulência e mudança. Como um pai ou mãe, tu estás a contribuir para a fundação de novos padrões de educação de crianças no planeta. Estás a emparceirar com a tua criança para elevar a ressonância da relação entre pais / criança para o mais alto nível possível nestes tempos.



A criança Índigo ou Cristal veio ao planeta com a sua própria “missão”. Como um Índigo está aqui para desafiar formas e crenças existentes, e como um cristal está aqui para ensinar amor e o reconhecimento de plenos poderes. Vocês, como pais, são os parceiros nesta missão de ensinar e curar. Podem ajudar a vossa criança a realizar a sua missão começando por compreender o que é necessário de vocês. Como pais de um Índigo, podem esperar ser desafiados a cada esquina, mas tendo as técnicas para lidar com estes desafios vai-se criando uma relação mais fácil entre vocês e a vossa criança Índigo. Como pais de uma criança Cristal, vão ter de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. De novo, tendo as técnicas educativas para lidar com estes assuntos vai facilitar o crescimento e o desenvolvimento da vossa criança.





O Paradigma Velho de Educação



O Paradigma velho de educação simplesmente não trabalha com os Índigos e Cristais. E isto é esperado. Eles estão aqui para desafiar o paradigma velho e substituí-lo por um melhor. Por isso a maneira como vocês foram educados não irá trabalhar com eles. Vocês não podem repetir os vossos próprios padrões de educação – quer conscientemente ou subconscientemente. Como pais de uma Nova Criança, vocês têm de tornar-se conscientes do padrão particular de educação que escolheram.



O velho paradigma era baseado na sua maior parte em Poder e Medo. Os pais viam a criança como uma responsabilidade que tinha de ser assumida, e o cargo dos pais era ter a certeza que a criança era sustentada materialmente, educada e transformada em um adulto, tal como todos os outros adultos. A criança foi criada a temer castigos e a ver os pais, professores e outros adultos como figuras de poder. A criança foi ensinada por estas figuras de poder a aceitar as normas da sociedade, mesmo que estas fossem contra as suas inclinações naturais. Os pais e assistentes domiciliários viam o controlo da criança como o seu dever. Eles tinham então o direito a castigar a criança, até com violência, se esse controlo (geralmente em forma de regras e proibições) fosse desafiado ou ignorado. O objetivo das regras e proibições era para assegurar que a criança “pertencia” ou conformava-se com a sociedade. Pais do Estilo Velho freqüentemente dizem coisas como “Tu vais fazer isso porque eu digo que vais, e eu sou o teu pai/mãe”, ou “tu vais fazer isso porque é o que toda a gente faz”.



Os pais do Estilo Velho são Autoritários, e exigem obediência e respeito baseado na autoridade investida nesta relação de criança/pais. Neste sistema de crença, os pais são tomados como “donos” da criança e têm o direito de exigir obediência. Os pais acreditam saber mais e serem mais sábios, e por isso têm o direito de exigir certos padrões de comportamento e escolher a vida da “sua” criança.





O Paradigma Novo de Educação



O paradigma novo de educação é baseado no Amor e é derivado do Centro do Coração. Neste novo paradigma, cada criança é vista como uma dádiva e privilégio. Educar é visto como uma experiência do coração, em que ao adulto é dada a tarefa de educar e assistir a uma alma nova recém chegada ao Planeta. Esta tarefa é uma associação, em que os pais e criança partilham a aventura de criar uma experiência consciente de crescimento e aprendizagem dentro dos parâmetros educativos da relação.



Neste modelo de educação baseado no coração, a criança é vista pelo que é – uma alma altamente evoluída e desenvolvida. Esta alma Índigo ou Cristal tem a sua própria sabedoria para transmitir ao mundo, e o cargo dos pais é freqüentemente o de ajudar essa criança a trazer a mensagem ao mundo. Para o fazer assim é necessário que a criança seja amada e educada, e encorajada a expressar ao máximo o que é que elas são e ser-lhes dada a oportunidade de desenvolverem o seu potencial total num ambiente afetuoso.



De maneira a ser este tipo de pais ou assistentes domiciliários, qualidades tais como Amor, Tolerância, Respeito e Aceitação Incondicional têm de fazer parte das técnicas básicas de educar e de vocação social. Os pais também precisam aprender e perceber as técnicas de Negociação, Comunicação e Disciplina.





AMOR



Esta é A técnica de educação mais importante de todas elas. E a maior parte das pessoas imagina que “vem naturalmente”. Mas freqüentemente, os pais reproduzem o seu próprio paradigma de educação já aprendido, sem verdadeiramente pensarem se vem do coração ou não.



Efetivamente, vocês não podem respeitar e amar a vossa criança senão se amarem e respeitarem a vocês próprios. E tantos de nós crescemos com mensagens tais como “não és bom / boa o suficiente”, que criaram baixa auto-estima e dificuldades com amor próprio e auto-aceitação. Qualquer pessoa que trabalha com crianças vai ter de vigiar a maneira como os seus problemas não resolvidos de auto-aceitação possam ser projetados na criança. A criança depois pode ser vista como “mal comportada” ou “ingovernável” ou “fora de controle”, ou qualquer número de rótulos de “não ser bom / boa o suficiente”.



Igualmente, as hostilidades e cóleras não resolvidas de um pai ou mãe são freqüentemente refletidas de volta a estes pelo comportamento da criança. Freqüentemente uma criança irritada e temperamental está a representar os sentimentos reprimidos do pai ou mãe.



É difícil criar uma criança Índigo ou Cristal a não ser que tenhas resolvido os teus problemas e sejas capaz de te amar a ti próprio(a), de reconhecer os teus plenos poderes e de expressares o teu potencial total.



A tua Criança Índigo ou Cristal vai ser a tua professora principal, se de fato ainda não tiveres resolvido estes problemas.



Vais aprender a reconhecer os teus plenos poderes e a dar-te valor – á medida que eles te ensinam as técnicas. Mas é muito mais fácil se já tens estas técnicas, assim educar a tua criança torna-se uma aventura partilhada de crescimento empossado.





ACEITAÇÃO INCONDICIONAL



Esta é freqüentemente uma das coisas mais difíceis para os pais. Freqüentemente o orgulho dos pais exige que a criança viva á altura de certas expectativas ou que desempenhe certos cargos.



Mas as crianças Índigo ou Cristais têm o seu próprio ser definido e o seu próprio sentido de quem é que são. Isto é muito claro para eles. E ás vezes este sentido de quem eles são pode estar diretamente oposto aos desejos e necessidades dos pais.



Quando isto acontece, requer um pai ou mãe muito especial para conseguir dizer:”Eu aceito-te pelo que és”, e “tu não tens de ser como eu.”



Um pai ou mãe inseguro pode tomar essa precisa diferença entre ele(a) e a criança como uma ameaça, e exigir que a criança se conforme. Mas os pais Novos permitem que a criança desabroche e seja o que é, até mesmo encorajando aspectos do ser da criança que podem ser estranhos à sua maneira própria de pensar ou ser, se é aí que estão os talentos da criança.



Os Novos pais também aceitam que á medida que uma criança cresce e passa pela adolescência e idade adulta, que pode escolher não seguir o caminho ou carreira “segura” e “responsável” que os pais podem desejar. O Índigo pode desejar ser criativo, ou de viajar pelo mundo e ver a vida, em vez de ir para o colégio e seguir um caminho de vida definido.



Os Novos Pais vão ter de perceber que os Índigos e Cristais vêm a vida como uma criação contínua, aonde eles são livres para se “reconstruir “ sempre que lhes apetecer, à medida que seguem as suas paixões. Eles provavelmente não têm interesse nenhum em serem seguros e cautelosos, mas antes em serem apaixonados, criativos e divertidos.



Isto não quer dizer que eles não vão criar abundância. Freqüentemente os adultos Índigos criam o mesmo nível de abundancia que os pais antes de eles terem trinta anos. Mas eles fazem-no com meios invulgares e criativos.





RESPEITO



Isto está intimamente ligado à aceitação incondicional. Se os pais podem aceitar quem e o que a criança é, então baseado nesta aceitação pode ser construído um respeito mútuo por cada um.



Este respeito mútuo é a fundação/base necessária em que a relação pais/criança será construída.



Muitos pais do Estilo Velho vêm crianças como inexperientes e razoavelmente estúpidos até que possam ser ensinadas por adultos experientes e mais sábios. Os Novos Pais estão conscientes que a sua criança é um ser evoluído num corpo pequeno, e há uma troca mutua de ideais e experiências nesta relação. Os pais ensinam à criança/alma as técnicas de sobrevivência que precisa para a vida no planeta neste momento. A Criança ensina aos pais novas perspectivas sobre a vida vindo da sua ligação mais próxima com o mundo espiritual.



Este respeito mútuo significa que cada um de vocês vai permitir o outro ser o que é, sem necessidade de critica ou hostilidade se houver diferenças.



De fato, os Novos pais vão ver estas diferenças como algo para ser celebrado à medida que começamos a perceber a imensa diversidade e possibilidade inerente na vida humana que existe no planeta hoje.





TOLERÂNCIA



Este tópico está relacionado com os dois acima também. Se existe aceitação incondicional, amor e respeito mútuos no lar, então também ira existir tolerância pelas diferenças e necessidades diferentes de cada pessoa na família.



Esta tolerância pode depois ser alargada à sociedade mais ampla fora de casa. Se ensinares à tua criança que te aceitas a ti próprio(a), e que as aceitas a elas, então é mais provável que elas transfiram este padrão para o contacto com crianças e pessoas diferentes que conhecem na escola e em situações sociais.



Esta tolerância por outros e aceitação de outros faz parte da missão das crianças Índigo e Cristais, e vai ajudar a criar um mundo aonde existe tolerância e aceitação de todos.



Os Novos pais vão mostrar à sua criança que eles podem relacionar-se com ”diferentes” pessoas, com respeito. E que eles podem honrar as diferenças e celebrar a diversidade, em vez de se sentirem ameaçadas e terem medo como muitos pais do estilo velho tinham.



A eficiência dos aspectos mencionados acima no Paradigma Novo de Educação, freqüentemente encontra-se na habilidade dos pais de partilhar técnicas de vida com a criança. Isto é feito de maneira mais eficaz com as técnicas de Comunicação, Negociação e Disciplina.





COMUNICAÇÃO



Comunicação com a tua criança é um dos meios chave com que podes mostrar amor e respeito.



O ato de comunicar é um ato de receber e de dar. A pessoa que comunica está a dar e a partilhar idéias e a pessoa que ouve está a receber essas idéias. Os dois processos são “ativos”, em que receber ou “ouvir” é também uma habilidade.



Como pais, deviam adiantar-se além de dar ordens e instruções que esperam que a vossa criança obedeça e receba sem duvidar. E acima de tudo nunca deviam perder a calma e gritar no processo de comunicar com a vossa criança.



O uso de cólera e de violência na comunicação apenas ensina a criança que para conseguir o que pretende tem de fazer mais barulho e ser o mais agressivo. De igual modo, castigos físicos ensinam a criança que para obteres o que queres (obediência), tens de ser agressivo e violento. Estes padrões de comunicação serão interiorizados e podem depois ser exteriorizados quando a criança interage com crianças da mesma posição social. Crianças cristais especialmente estão aqui para experimentar poder, e se, aprenderem de ti que violência é igual a poder, então elas vão representar isto. E freqüentemente contra ti.



Então é muito melhor, ensinar a tua criança a comunicar eficientemente, mas com respeito. E aqui a chave é para os dois participantes OUVIREM o que o outro tem a dizer. E no ato de ouvir realmente receber e perceber o que o outro sente e precisa.



Comunica com a tua criança sobre os assuntos familiares que o/a afetam. Não assumas que só porque elas são pequenas que têm apenas de seguir o que queres. As crianças têm necessidades emocionais que deviam ser tomadas em consideração quando se tomam decisões que afetam toda a família.





NEGOCIAÇÃO



Negociação faz parte do processo de Comunicação. Se tu queres que a tua criança siga um certo caminho ou faça certas coisas, então vais ter de lhes explicar porque é que precisam que eles se comportem assim. Os Índigos e os Cristais não estão interessados em ordens autoritárias, mas eles ouvem se falares calmamente e negociares o que tu queres.



Se o que tu queres não os atrai particularmente, é possível negociar uma recompensa para eles fazerem o que tu pedes. Sendo assim existe uma situação de “ganha/ganha”, aonde os dois participantes ganham alguma coisa que querem.



A técnica aqui não é manipulação, embora pais de Índigos espertos vão ter de estar alerta para que a sua criança não se torne manipulativa. Em vez disso, é chegar a um lugar de conforto mutuo, onde os dois participantes estão de acordo e contentes com o que tem de ser feito. Por exemplo, se arrumar brinquedos é um problema, negocia com a criança que se todos os brinquedos forem arrumados todas as noites por uma semana, então no fim-de-semana, um divertimento pode ser oferecido. Se não, não há este divertimento. A maior parte das crianças aceitará uma proposta como esta, em vez de ter a mãe continuamente a gritar porque é que os brinquedos não estão arrumados (bem, porque as crianças Índigo e Cristais têm coisas mais importantes e imaginativas para fazer do que arrumar brinquedos).





DISCIPLINA



Embora esta tenha sido deixada para última, é geralmente o tópico mais emotivo nas minhas discussões com os pais. Se da ou não dá tarefas como castigo, ou para impor fronteiras.



Eu acredito em não usar violência, sempre. Isto apenas ensina à criança que violência é um instrumento para obter o que tu queres.



No entanto, eu também acredito que o conceito de “disciplina” é pouco percebido na nossa sociedade. É equiparado a regras, regulamentos e castigos. Realmente, a palavra “disciplina” partilha a mesma raiz do que a palavra “discípulo”, e tem a ver com ensinar e aprender. E o/a professor(a) mais eficaz não é aquele que grita e é violento, a não ser que estejas no exército. Na vida normal, o ato de ensinar é mais eficaz quando vem do coração e é transmitido de uma maneira afável e atenciosa.



As crianças precisam saber aonde as fronteiras estão, e o que é esperado delas no contexto da família. Isto ajuda a assegurar uma sensação de segurança que encoraja um comportamento calmo. Mas esta informação pode ser transmitida de uma maneira terna e serena, usando as técnicas de comunicação e negociação.



As técnicas de comunicação e negociação fazem verdadeiramente parte da técnica de disciplina.



A vossa responsabilidade como pais é de ensinar a vossa criança – dando o exemplo e por palavras – o que é necessário deles para se tornarem adultos afetuosos que reconhecem os seus plenos poderes. Tu és o/a professor(a), e eles são os discípulos. E ás vezes, eles são os/as professores(as), e vocês, como pais, são os discípulos. Deixem a relação entre vocês ser tão afetuosa e educativa como a de Cristo com os seus discípulos.








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Índigo: "Pistas para o sucesso escolar"


(Inês Menezes)


(Jornal Público - Revista XIS - Setembro 2004)









O insucesso escolar é uma preocupação antiga. Os processos de aprendizagem são complexos, muitas crianças têm dificuldades de concentração ou revelam falta de interesse e acabam por ter baixos índices de aproveitamento. É preciso alterar esta tendência negativa e motivar as crianças.



Por um lado, todos temos diferentes ritmos de desenvolvimento, coisa que obviamente dificulta a aprendizagem numa sala de aula com muitos alunos; por outro lado, algumas matérias são muito densas ou desinteressantes.



“As crianças não vêem a ligação entre aquilo que aprendem e a sua aplicação prática”, diz Isabel Leal, técnica de aconselhamento escolar. As perturbações que estão por trás de um baixo rendimento escolar podem ser de ordem familiar, escolar, pessoal, alimentar, do sono, ou ainda porque a criança, na verdade, não está interessada em estudar. A causa das coisas. A desmotivação pode ainda ter a ver com questões pontuais, associadas a oscilações familiares, como o divórcio dos pais, a perda de um ente querido ou, até, porque os pais ficam, pontualmente, menos disponíveis.



“As crianças são muito sensíveis e a mínima desatenção pode ser causa de insucesso escolar”, explica Isabel Leal.



Mas existem mais causas: as crianças podem não se adaptar ao ambiente escolar, aos colegas, professores e auxiliares, coisa que pode implicar até uma mudança de escola que, nestes casos, pode ser benéfica para todos. Na realidade, se a criança se revela desinteressada, é fundamental perceber as razões, colaborando e mostrando abertura, de forma a que possa exteriorizar o que realmente a bloqueia. Outros fatores. O insucesso escolar pode ter ainda outras origens. A falta de motivação e as lacunas na comunicação entre aluno e professor são sempre fatores agravantes. Conforme esclarece Isabel Leal, a falta de vocação dos professores pode ser outro problema.



Entram na via do ensino por falta de alternativas, muitos deles sem qualquer vocação para ensinar. A falta e empenho de alguns professores é, obviamente, um problema e uma realidade com que muitas escolas lidam. “Quando o professor gosta do que faz, a energia que dele emana é positiva e os alunos, geralmente, gostam dele, o que ajuda a que tudo corra muito melhor. Os professores e os alunos passam muitas horas juntos e vale a pena investir para que este seja um tempo de qualidade e construção harmoniosa”, sublinha a especialista. Devemos reconhecer, no entanto, que esta profissão, mesmo quando efetuadas por vocação e com dedicação, encerra em si um enorme desgaste, exposição e responsabilidade.



Atitude do aluno. Os alunos, pelo seu lado, adotam muitas vezes uma atitude desafiadora ou de diversão, atitude contrária ao que seria esperado. Aprender e estar atento na sala de aula implica disciplina, concentração e uma série de esforços que a maior parte dos estudantes recusa liminarmente.



A sala de aula acaba, muitas vezes, por ser a continuação do recreio devido à falta de atenção, de esforço e de empenho dos alunos. Embora muitos pais invistam dinheiro e tempo em explicações, muitos alunos continuam a ser desatentos e perturbadores. Na maior parte dos casos estão radicalmente desinteressados das matérias escolares. Mesmo que os métodos de trabalho e aprendizagem estejam errados ou inadequados, alguns alunos não querem, de fato, aprender. Na maioria, estes alunos nem compreendem a matéria nem tentam esclarecer dúvidas.



Conforme afirma Carlos Fontes, professor de filosofia com um mestrado em sociologia da cultura, “um bom aluno não é aquele que estuda muito, mas aquele que tem capacidade de organização, sabe o que deve reter para efeito da sua progressão na aprendizagem e se esforça para acompanhar a matéria dada nas aulas.”



A orientação vocacional é outro dos aspectos que pode influenciar negativamente o sucesso escolar dos alunos, que muitas vezes estão desajustados na sua área de estudos, pois escolheram em função de critérios errados, fugindo, por exemplo, de algumas disciplinas mais complicadas, das quais a matemática é um exemplo clássico.



Escolas.



As escolas, em geral, não estão preparadas para lidar com este tipo de problema, pois têm déficits terríveis de organização e gestão. Os professores são cumulados de burocracias, há falta de organização em algumas escolas e os pais também não cumprem o seu papel. Ou estão alheios ou são excessivos (e, até mesmo, evasivos) e, sem querer, dificultam a integração dos alunos. Outro aspecto negativo está relacionado com o fato de as escolas funcionarem numa lógica corporativa, ou seja, de não existir uma estrutura organizada em função do tipo de alunos, o que aumenta ainda mais a dificuldade em lidar com os problemas reais de cada um.



Alguns países, como por exemplo a Alemanha, são exemplos positivos, pois existem estruturas organizadas segundo o tipo de alunos, as suas capacidades, dificuldades de aprendizagem, etc.



Em Portugal, infelizmente, os alunos raramente são olhados e tratados de forma individual. Aliás, poucos sabem em que consiste este olhar mais individualizado e em que se traduziria, no caso de existir.



O que fazer? Uma vez aqui chegados, muitos pais questionam-se sobre o que fazer e como pensar.



Devemos forçar as crianças a estudar quando chegam a casa depois de um dia de aulas? E devemos repreendê-las quando têm resultados negativos? Estas são apenas duas entre muitas dúvidas dos pais.



Isabel Leal garante que não devemos forçar, mas, sim, apoiar as crianças. Um apoio diário ou de duas vezes (dependendo de cada caso) por semana é fundamental para que não exista acumulação de matéria não assimilada.



Os horários dos adultos são cada vez mais violentos, deixando pouco ou nenhum espaço para acompanhar os filhos. Trata-se, no entanto, de um espaço que deve ser visto como um tempo de qualidade familiar, em que pais e filhos estão juntos. “Com esta presença constante, além do apoio escolar, a criança sente mais confiança e auto-estima, supera melhor as dificuldades e sente mais a proximidade dos pais”, reforça.



Por outro lado, Isabel Leal considera que não se deve atuar junto das crianças de forma negativa. Devemos ensinar pela positiva, utilizando métodos criativos, procurando que haja entendimento para que as tarefas sejam efetuadas no menor espaço de tempo e com o menor esforço despendido possíveis. Não é fácil, mas com paciência e criatividade, é possível. “O castigo não é uma alternativa. Devemos tentar perceber por que motivo a criança tem dificuldades. Ou seja, existe sempre um motivo prático e objetivo para falhar. É necessário identificá-lo e criar métodos de resolução, envolvendo a criança”, adverte.



Saber motivar. Por tudo o que fica dito, é importante motivar as crianças para o estudo, ajudando-as a superar dificuldades. É necessário um trabalho didático e de apoio diário em casa, junto de um profissional ou num centro de tempos livres, logo após a escola.



Isabel Leal trabalha no Centro de Desenvolvimento e Atividades Crianças Arco-Íris (Fone 968243971) onde existem várias alternativas e, entre elas, técnicas como a meditação, o reiki, a musicoterapia.



Na opinião desta especialista, estas técnicas ajudam a centrar as crianças e podem ser utilizadas durante cinco a dez minutos antes do início da sessão de estudos. Dependendo do número de alunos em causa e do local onde decorrem os trabalhos, pode ser utilizada apenas uma técnica ou várias em conjunto.



A meditação é aplicada a crianças com o objetivo de exercitar os dois hemisférios cerebrais. Sempre que o estado meditativo é treinado, exercita-se o lado criativo. Libertar-se, de uma forma natural, o que a criança mais gosta de ser e fazer. “Efetuada a experiência de iniciar uma classe com e sem meditação, devo dizer faz toda a diferença. Entre aqueles que meditam, o índice de concentração, calma e foco no trabalho é muito maior. A meditação desperta nas crianças sensações de calma, paz, melhoria da capacidade mental, estimula o vigor e a disposição, dando consciência real da vida e do meio ambiente onde se encontram”, refere.



Claro que estamos a falar de uma meditação adequada a cada idade e estádio de desenvolvimento. Aprender a focalizar e a visualizar pode ter benefícios práticos, “ajudando a manter a capacidade de concentração e facilitando a aprendizagem”, conclui Isabel Leal.









http://planetaisabel.no.sapo.pt/





 

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Informação Básica para Pais

de Crianças Índigo/Cristal







Na interação e no cuidar da vossa criança Índigo/Cristal precisam de ter em mente que a vossa criança é muito diferente de vocês. O que funcionou com vocês em crianças não irá funcionar para elas.



As principais áreas a que terão de ajustarem-se são:



  • 1. A criança Índigo/Cristal é um ser com Orientação Cerebral Direita.
  • 2. A criança Índigo/Cristal é Super Sensível ao stress ambiental.
  • 3. A criança Índigo/Cristal é sensível à comida e irá desenvolver freqüentemente Alergias Alimentares.



O que é que isto significa para vocês?



1. Orientação Cerebral Direita



As crianças Índigo e Cristal operam primariamente a partir do Cérebro Direito. Isto significa que são criativos, imaginativos e emocionalmente inteligentes. Contudo, a nossa cultura é primariamente orientada pelo cérebro esquerdo, o que significa que é linear, racional e lógica.



As dificuldades surgem quando a criança entra para o sistema escolar e precisa de adaptar-se ao seu modo de funcionamento. Um “cérebro-à-direita” aprende muito depressa e muitas vezes dá pulos intuitivos que demonstram uma inteligência estonteante. Mas o sistema escolar é conduzido por um funcionamento cerebral esquerdino o qual é repetitivo, rotineiro, organizado e linear/cumulativo. Esta abordagem “mais lenta” significa que a criança começa a sentir-se aborrecida muito depressa e perde o interesse. Geralmente depois começa a procurar outros meios para estimular o seu interesse. Isto leva a que muitas Crianças Índigo sejam etiquetadas como tendo Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) ou/e Hiperatividade (TDAH) e são muitas vezes medicadas com Ritalina, quando de fato não existe nada de errado com elas a não ser aborrecimento.



Por causa da sua inteligência intuitiva, elas também podem muitas vezes ir passando os vários anos do sistema escolar sem que se apercebam que não conseguem ler ou escrever “corretamente”. Isto leva a que muitas vezes a criança seja etiquetada como disléxica, outro estigma.



Isto é muito danificante porque a vossa Criança Índigo tem um sentido forte de ser “perfeita”, e está aqui numa “missão”. Se lhe é dito que é disfuncional ou que “há alguma coisa de errado com ela”, vai ficar traumatizada e, ou procurar a cura, ou disfarçar essa mágoa. Isto pode levar, nos anos da adolescência, ao abuso de drogas ou a distúrbios alimentares, como meios de cura ou de esconder o trauma.



É vital e importante que a Criança Índigo ou Cristal seja reconhecida como diferente mas não disfuncional. Se a diferença for honrada e manejada, a criança irá crescer de um modo equilibrado, mas se não, irá levar à disfunção e a problemas.



2. Sensibilidade ao Stress Ambiental



A vossa criança é também muito mais sensível do que o que vocês foram ou são. É a audição, a visão, e os sentidos que são muito mais desenvolvidos que os vossos. Isto faz parte da mudança evolucionária, à medida que os humanos se tornam mais abertos e sensíveis.



O que isto significa é que a vossa criança vai ficar stressada e perturbada por sons altos, por multidões, música aos berros e pela televisão. A sua resposta pode tanto ser fechar-se e deprimir-se, como permitir os estímulos e tornar-se hiperativa e destrutiva.



Sendo assim, a Criança Índigo/Cristal, precisa de um ambiente em casa tranqüilo e calmo, com o mínimo de brinquedos, jogos eletrônicos, e engenhocas, e certamente não usar a televisão como babysitter. Existe uma correlação quase direta entre a quantidade e tipo de TV que é absorvida e o comportamento da criança.



O stress ambiental também inclui a relação entre os pais. Se existir abertura ou agressão não expressa, verbal ou não verbal, no lar, a criança irá apanhá-la e desenvolverá mecanismos disfuncionais ou defensivos. Não conseguem esconder nada de uma Criança Índigo/Cristal, ela “lê” o vosso campo de energia e percebe exatamente aquilo que pensam e sentem mesmo que permaneça não dito.



3. Alergias Alimentares



O Corpo físico de uma Criança Indigo/Cristal também é muito sensível. Muitas vezes elas não conseguem tolerar comida processada e os seus aditivos. E também reagem mal ao açúcar e a cafeína..



Isto significa que os doces, as bebidas artificialmente coloridas, carnes, hamburguers, e chocolates, irão criar um comportamento hiperativo e disfuncional na criança. Dar um chocolate, ou uma Coca-Cola, a uma Criança Índigo/Cristal é, literalmente, o equivalente a dar-lhe uma droga. O seu sistema vai reagir tornando-se sobreativo - produzindo um maior comportamento hiperativo seguido por uma queda, quando os efeitos esgotarem-se, e a criança for abaixo e sofrer de uma retirada dos sintomas do açúcar e da cafeína.



Isto pode também, significar que um dieta “normal” não será tolerada por muitos Índigos. A galinha e a carne estão cheias de hormônios, antibióticos, e químicos, e a maior parte da comida embalada e processada, que se compra nos supermercados, também contêm químicos que podem não ser tolerados. Somando a isto, a criança pode ser intolerante ao trigo e a lacticínios (ou seja, a tudo que contenha lactose), produzindo sintomas como eczemas, problemas digestivos, sinusite e desordens relacionadas com a garganta, ouvidos e nariz.



LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA LIDAR COM ESTES PROBLEMAS:



1. Educação



A sua Criança Indigo/Cristal irá reagir bem a um sistema educacional que equilibre o cérebro direito e esquerdo e que inclua criatividade na forma de música, arte, dança, e teatro..



Provavelmente o melhor sistema para estas crianças é o Sistema Waldorf que maximiza inicialmente o elemento cerebral direito enquanto desenvolve o esquerdo como suporte. Foca também a integração da criança no seu corpo, uma vez que muitas crianças Índigo lidam com os seus traumas ao se tornar “aluada” ou escapando dos seus corpos.



Se a sua criança fizer um teste para identificar TDA ou TDAH, seja cauteloso em medicá-la, jamais lhes dê Ritalina, que é um medicamento (com efeitos secundários e sintomas de isolamento) usado para ajudar os pais e professores a lidarem com as mesmas em vez de simplesmente lhes darem assistência. Existem alternativas dietéticas e homeopáticas menos prejudiciais e mais efetivas.



2. Stress Ambiental



Nos primeiros anos de vida da criança tentar minimizar os barulho e o stress. Isto significa diminuir as atividades “violentas”, os jogos eletrônicos, e a televisão.



Incentivar a brincadeira, a imaginação, livros e leitura destes, colorir desenhos, e histórias.



Basicamente, criar, o mais possível, um ambiente calmo e tranqüilo.



3. Comida



Esta é a mais difícil de monitorizar, já que o consumo conveniente e a pressão dos colegas significam que a criança vai ser exposta à sedução da “comida de plástico”.



Tentem focarem-se em alternativas naturais, orgânicas e saudáveis.



Se a criança sofrer de mudanças de humor ou alergias pode haver a necessidade de identificarem o problema alimentar e criar um plano mais equilibrado nutricionalmente.









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Os Detonadores de Sistemas:

O Caminho do Guerreiro Índigo

(por Célia Fenn)







"Crianças Índigos" é o nome dado a um grupo de seres muito especial que decidiram encarnar no nosso planeta com uma missão e objetivos específicos.



O nome "Criança Índigo" refere-se à cor da alma do Índigo, que indica uma Alma Mestre que serve como um(a) professor(a) ou curador(a). Cada Criança Cristal encarrega-se desta missão de ensinar ou curar de alguma maneira, freqüentemente apenas por ser quem ele ou ela é.



As Índigos têm estado a vir para o nosso planeta há bastante tempo. Alguns argumentam que Jesus e Buda eram Índigos, visto que a missão deles, numa escala global, era ensinar, curar, e de mudar a consciência da Humanidade.



No passado recente, as Índigos começaram a encarnar em números crescentes depois da Segunda Guerra Mundial, em preparação para a mudança global que estamos agora a viver. Elas encarnaram entre a geração de "crescimento súbito de bebês" dos anos cinqüenta e nasceram das "crianças flores" dos anos sessenta. No entanto, nesta altura não havia um número suficiente delas no nosso planeta para criar mudanças significativas.



Então, nos anos 70, a primeira "onda" da geração de Crianças Índigos chegou. Estes seres estão agora nos seus vinte anos tardios e nos seus trinta anos iniciais, e são a geração "guerreira" verdadeira que começou o processo de desafiar e mudar velhos sistemas.



Elas foram seguidas nos anos oitenta e noventa por Índigos com sensibilidade e refinação aumentadas até aos anos noventa tardios e anos dois mil iniciais aonde elas são misturadas em companhia das Crianças Cristais, um tipo diferente de guerreiro espiritual.



Como Reconhecer um Índigo



Perguntam-me freqüentemente no decorrer do meu trabalho, como reconhecer um Índigo. A resposta óbvia é verificar a cor da aura. Mas não, nem todos os Índigos têm auras de cor azul escuro o tempo todo. O termo "Índigo" refere-se ao estado da alma e não à cor da aura, que num humano típico muda de dia para dia dependendo da disposição e interesse. Videntes que vêm os estado das almas podem identificar Índigos.



No entanto, é fácil identificar um Índigo pela sua sensibilidade, criatividade, espiritualidade e padrões gerais de comportamento.



Como crianças, elas parecem-se como todas as outras crianças, embora sejam freqüentemente bonitas e com olhos penetrantes. São sempre altamente inteligentes e cheias de perguntas e exigências. Elas são energéticas e ativas e têm força de vontade resolutas e um senso forte do seu próprio valor e importância. Sabem que são especiais e que estão aqui para fazer alguma coisa significativa.



Elas são orientadas pela parte direita do cérebro e são geralmente atraídas por atividades/ocupações que usam a parte direita do cérebro, tais como música, arte, escrita e espiritualidade. Adoram cristais, Reiki, meditação e yoga.



Têm uma natureza muito arrebatada e são intensivamente leais aos seus amigos, os quais costumam ser muitos. Acreditam em honestidade e comunicação nas relações. Elas ficam freqüentemente desconcertadas com desonestidade e manipulação e outras formas de comportamento egoísta que é considerado normal pelas pessoas mais velhas.



A sua atitude para com dinheiro é de ou rejeitá-lo como desnecessário ou de estar muito consciente do seu poder e procurar, muitas vezes com sucesso, criar abundância para elas próprias.



Uma característica chave dos Índigos é freqüentemente a sua ira. Elas não irão ser mandadas ou dominadas pelas supostas "figuras de autoridade". Num nível profundo, os Índigos não reconhecem "autoridade". Sabem que somos todos iguais, e por isso ficam irritados/furiosos com aqueles que assumem autoridade e se comportam ditatorialmente, quer sejam pais, professores ou patrões.



É neste caso que elas são importantes como professoras - elas estão a nos ensinar a ser donos do nosso próprio poder e a nos respeitar a nós próprios, por não dando o nosso poder àqueles que o exigem. Adicionalmente elas estão a nos ensinar a dar valor ao nosso Eu criativo e espiritual e a não pôr tanto valor no sucesso material.



A Criança Índigo



A Índigo como criança é ativa, energética e imaginativa. Elas podem se entreter a si próprias e brincar por horas nos seus próprios mundos. Elas freqüentemente têm amigos imaginários, e elas adoram fadas e golfinhos.



Os rapazes freqüentemente têm uma tendência para hiperatividade e comportamento destrutivo. Isto é provavelmente determinado culturalmente pela necessidade da nossa sociedade de expressar domínio masculino, que eles apanham quando são novos.



A inteligência excepcional das Índigos pode ser exasperante para os adultos. Ninguém lhes "dirá o que fazer", mas quererão debater e negociar cada instrução. Até que os pais aprendam que estão a ser ensinados a respeitar o direito de escolha da criança, e honrar essa escolha, eles continuarão a ser confrontados a cada esquina com lutas de poder e batalhas de força de vontade.



A maneira correta de lidar com um Índigo é de estar disposto(a) a negociar, explicar e dar-lhes escolhas. Instruções como "faz como te é mandado" só produzirão hostilidade e indiferença.



As Índigos geralmente desgostam da escola intensivamente. Elas ficam entediadas pelo paço vagaroso (para elas) e pelas tarefas repetitivas consideradas adequadas para as crianças pelos professores que não percebem a inteligência delas.



Elas lutam com autoridade e pressão de colegas, que podem ser bastante opressivos para uma alma jovem Índigo com pouca compreensão real do "poder sobre os outros", do domínio e estados de submissão comuns à sociedade da Terra.



Problemas que ocorrem na escola incluem TDA e TDAH, um resultado do tédio e irritação. Deficiências de educação tais como dislexia freqüentemente também refletem as maneiras alternativas de ser e pensar das Índigos.



O Adolescente Índigo



Tal como a maior parte dos adolescentes, a Índigo vai atingir o estado da transição da puberdade e vai-se tornar melancólico e querer privacidade à medida que o corpo muda. No entanto, por esta altura, os jovens Índigos freqüentemente começam a ver através do materialismo intenso os dramas de vitima que formam a base da maior parte das vidas adultas no mundo moderno.



Por esta altura, elas freqüentemente "desligam-se" destes estilos de vida e optam por alternativas que elas consideram como mais importantes, mais divertidas ou simplesmente mais desafiadoras para adultos.



Infelizmente, muitas destas incluem a cultura da droga e várias festas de transe que incluem estados quimicamente induzidos de alegria que duram pouco e são viciantes.



Nesta altura, o adolescente está a expressar a sua fúria e rejeição a um sistema que não oferece nada de valor a uma alma Índigo. Os pais podem levar as suas crianças a programas de reabilitação, mas eles têm de se perguntar porque é que Seres tão inteligentes e criativos freqüentemente parecem se querer auto-destruir.



Outra forma do comportamento adolescente de auto-destruição é quando a criança toma os valores dos pais e procura exceder as expectativas. Isto pode ser assustador, porque os Índigos são por natureza excepcionalmente dotados e talentosos. Estes Índigos freqüentemente desenvolvem habilidades acadêmicas e técnicas formidáveis para obter reconhecimento e sucesso, mas por outro lado sacrificam o desenvolvimento emocional que pode ser bastante prejudicial mais tarde na vida quando eles procuram criar relações significativas.



O Jovem Adulto Índigo



Nos seus vinte anos ou trinta iniciais, os adultos Índigos geralmente alinham em um ou dois grupos:



O primeiro grupo segue o caminho de "jovem executivo de sucesso" e criam abundância, geralmente numa carreira em Informática ou em Artes. Eles procuram relações estáveis e em ter crianças e criar famílias. Porém lutam com as exigências e normas dos sistemas de casamento, família e emprego. As suas almas Índigo esforçam-se por expressar a sua essência e permanecer verdadeiros a quem eles são enquanto ao mesmo tempo alcançam "sucesso" como prescrevido pela nossa cultura.



O segundo grupo opta por "desaparecer", e freqüentemente os indivíduos viajam extensivamente, tornando-se um "cidadão global" e têm dificuldade em estabelecer-se em qualquer lugar. Estas pessoas freqüentemente não têm um emprego ou carreira fixa, e vivem um estilo de vida alternativo que inclui drogas. Enquanto elas freqüentemente declaram que estão felizes, elas também ficam frustradas na sua incapacidade de serem economicamente capazes de procurar atividades "normais" de criar uma família e contribuir para a comunidade.



Os dois grupos estão a tentar redefinir o que significa ser um adulto no mundo contemporâneo, e de encontrar meios de viver a sua verdade enquanto continuam ao mesmo tempo a encontrar felicidade e estabilidade como adultos. Eles são a geração que está a definir novas escolhas e opções para a vida adulta na Nova Terra.



Detonando Sistemas: Índigos e o Sistema de Educação



A área da vida publica em que os Índigos têm tido mais efeito é no sistema de educação. Como mencionei antes, os Índigos usam na sua maior parte o lado direito do cérebro e são energéticos e ativos. Eles não gostam de estar sentados e quietos por longos períodos, de lhe ser dito o que fazer e de ficar aborrecidos com tarefas repetitivas que falham em os desafiar. Como isto geralmente define a experiência de escola, é óbvio que os Índigos terão problemas e causarão problemas.



A orientação do lado direito do cérebro significa que muitos Índigos têm dificuldade em manter o interesse e concentração num currículo escolar elaborado para atividade do lado esquerdo do cérebro. A sua necessidade de expressar a sua energia em movimento e de atenuar o seu aborrecimento, significa que eles são inquietos e podem ser destrutivos. Quando eles começam a ficar para trás dos seus colegas, eles podem ficar stressados e ansiosos.



O diagnóstico habitual dado aos Índigos é TDA (Transtorno do Déficit de Atenção) e TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), que são considerados por medicina como "disfunção mínima do cérebro". Os pais têm de escolher entre definir a sua criança com um rótulo patológico, ou aceitar a criança como o próximo passo na evolução humana, que nem precisa e nem quer passar 6 a 8 horas por dia sentada por trás de uma escrivaninha a lhe dizerem o que pensar.



Vamos ser honestos - o sistema de escola é antiquado e disfuncional. As escolas foram inicialmente planeadas para educar as crianças da alta sociedade, que tinham fortuna e tempo para se dedicar a atividades mentais como prova da sua superioridade. Gradualmente, nos séculos 19 e ao principio do 20, a educação passou a ser universal.



Mas o que é que o sistema de educação realmente faz? A maior parte dos Índigos concorda que o que é ensinado na escola raramente é relevante na vida real. Limita-os à experiência mental ou da "cabeça", e a maior parte dos Índigos quer a experiência real da vida como sua professora/educadora.



Além disso, estar sentado numa secretária da escola por 6 horas por dia é visto como não mais do que treino para estar sentado numa secretária de escritório por 8 horas por dia ou mais, e a maior parte dos Índigos não têm interesse nesse caminho de vida.



Aulas de escolas modernas na África do Sul geralmente consistem de 30 ou mais crianças e de um(a) professor(a). O sistema trabalha porque as crianças aceitam ser controladas pelo(a) professor(a). No entanto, como mais e mais Índigos começam a dizer não, o sistema começa a falhar.



Talvez os Índigos nos estejam a ensinar que há maneiras melhor de ensinar. Talvez, além de algumas horas por dia de literatura e de competência matemática, a criança do futuro irá escolher projetos para serem realizados na comunidade sob a supervisão dos pais e professores. Estes podem ter uma orientação para a "vida real", e serem beneficiais para tanto o aluno como a comunidade.



Entretanto mais e mais Índigos dizem não à educação escolar formal.



Histórias de Índigos



Estas são todas experiências tiradas do meu trabalho com Índigos.



Eu conheci Alison quando ela tinha 15 e tinha desistido da escola. Era atraente, inteligente e sensível. Ela vinha de uma família afluente, sendo o pai dela um estimado praticante de medicina.



Alison recusou-se absolutamente a ir para a escola e envolveu-se em drogas. Os pais dela, sem saberem como fazer frente a esta situação, foram forçados a permitir que ela deixasse a escola e de lidar com o seu problema de drogas e a sua rebelião. Ela foi posta num programa de desintoxicação de drogas.



Ela queria estudar Reiki e Curar com cristais, mas era realmente muito imatura para ser uma curadora.



Eventualmente tornou-se uma modelo, e conseguiu trabalho em Nova York e Tókio. Ganhou altas somas de dinheiro e foi capaz de viajar pelo mundo. Como é atraente, nunca teve falta de companheiros na vida.



Como é que alguém diz a uma Índigo como a Alison que ela precisava de ir para a escola? Ela simplesmente não foi. Ela foi capaz de viver uma vida para além do que muitas pessoas ambicionam sem ter de passar anos na escola e na universidade. Isto é típico dos Índigos: elas decifram o sistema e depois usam-no de modo a que lhes seja vantajoso em vez de serem controlados por ele.



O Peter, por outro lado, entrou numa grande depressão no seu ano final de escola. Ele desistiu, não por causa da pressão escolar, mas porque era capaz de ver a futilidade e a ilusão do sistema escolar. O pai dele opôs-se, mas a mãe com quem ele vivia, estava a disposta a que ele continuasse a sua viagem.



Depois de muitos meses a lidar com a sua depressão, o Peter decidiu não voltar à escola, mas em vez disso decidiu optar por um diploma técnico para o qual não precisava de um diploma escolar.



Esta opção deu-lhe tempo para pesquisar os seus outros interesses na vida - curas alternativas e estilos de vida mais saudáveis.



Uma história mais trágica é a da Jamila, uma rapariga jovem asiática sul-africana que também desistiu no seu ano final escolar. No caso da Jamila, os seus pais eram pessoas de sucesso acadêmico, e na realidade a Jamila cedeu à pressão para se desempenhar bem, e também à fúria suprimida que tinha aos seus pais pela ausência da sua vida enquanto em busca das suas carreiras.



Ela é imensamente dotada, sensível, e amorosa, como também bonita. Mas ela desenvolveu um distúrbio alimentar como um aviso que nem tudo estava bem no seu mundo.



Infelizmente os seus pais adotaram o estilo tipo "a criança é o problema", e tentaram achar alguém para a "curar". Eles não conseguiram perceber que era o seu próprio comportamento e o sistema em que eles prosperavam que era prejudicial a sua filha e à sua maneira gentil e sensível de viver.



Em seguida, numa nota mais leve, temos a história da Kim com quatro anos, que informou a sua mãe que não iría para a escola. As intenções dela era de ser uma mãe quando crescesse e para isso, disse ela à mãe, ela não precisava de ir para a escola. A mãe teve tendência para não concordar, e a Kim foi inscrita na escola local de Waldorf. Os sistemas de educação Waldorf e Montessori parecem ser os melhores disponíveis neste momento para as Índigos. Muitos pais Índigos também estão a escolher a opção de fazer a educação escolar em casa, o que permite uma maior flexibilidade em termos de acesso enquanto continua a assegurar que a criança receba a educação necessária.



Detonando Sistemas: Índigos e o Sistema Médico



Outra área aonde a presença dos Índigos está a ser notada é no sistema médico. Isto resulta dos diagnósticos médicos de TDA e Hiperatividade, ou "disfunção mínima do cérebro". A resposta da ciência médica é uma droga - geralmente Ritalina, e ás vezes Prozac.



Eu já vi uma criança de sete anos a tomar um anti-depressivo receitado por um médico. Eu também ouvi falar de um estimado pediatra a recomendar Ritalina a crianças com três anos.



Existe muito debate entre os positivos e os negativos da Ritalina, e eu não vou falar disso agora. Chega-me dizer que a Ritalina é uma droga da classe estimulante de anfetamina. Tem efeitos secundários e síndrome de abstinência, e é também viciante se for empregada incorretamente.



O significado deste debate em relação aos Índigos, é que bastantes pessoas estão a começar a interrogar-se sobre um sistema médico que droga crianças pequenas com drogas estimulantes que alteram a química do cérebro como maneira de enfrentar um comportamento que não está conforme com a "norma" de uma "criança típica".



No meu trabalho com crianças eu tenho-me defrontado com crianças que variam desde dotadas e "brilhantes" àquelas que são autistas e têm deficiências de aprendizagem. Nesta jornada, eu tenho vindo a acreditar que não existem "crianças típicas". Cada criança é como um floco de neve - única e individual, com as suas necessidades e desejos.



Todavia o sistema médico está virado para a "criança típica", e se uma criança não se conforma a este modelo, ela é drogada até entrar em conformidade. O doutor Peter Breggin, um psiquiatra Americano que é anti ao uso de Ritalina, realça que o que é definido como TDA e TDAH é apenas a manifestação de uma criança que funciona numa "extremidade da gama de energia" - a extremidade superior!



Pessoas que trabalham com as crianças Índigos preferem-lhes chamar-lhes "alunos quinestéticos", que sugere que elas necessitam de métodos de aprendizagem adaptados aos seus níveis de energia, em vez de Ritalina.



Regime alimentar também tem mostrado ter um efeito grande nas crianças. Os estimulantes na cafeína, açúcares refinados e aditivos alimentares, têm todos um efeito negativo nas crianças que já estão cheias de energia. É notório que eliminar estas comidas e concentrar-se em comidas frescas e orgânicas, ajuda a equilibrar o excesso de estimulação das Índigos. De fato, muitos Índigos, preferem este tipo de dieta se lhes dão acesso para tal. Mas, pais ocupados freqüentemente agravam a situação alimentando-os com comidas processadas e de conveniência que irritam os seus sistemas sensíveis.



Os Índigos estão a nos ensinar mais uma vez a importância de viver holisticamente, de terapias naturais e de cura, e de comida natural sem ser processada. Também estão a desafiar um sistema médico que vê drogas farmacêuticas como "balas mágicas", sem olhar as conseqüências e efeitos secundários.



O Índigo Infeliz



Se derem a oportunidade aos Índigos para expressarem quem eles são, se eles forem honrados e respeitados, eles podem se tornar pessoas altamente sensíveis, amorosas e dotadas. Se não forem, eles tendem a autodestruir-se e a tornarem-se disfuncionais.



As incidências elevadas de abuso de droga, distúrbios alimentares, e comportamento disfuncional entre Índigos é um indicador que a maneira como estamos a viver é disfuncional.



Por Favor, Nunca lhes Digam que eles Não São Suficientemente Bons....



Índigos nascem com um senso forte de "missão". Eles são os guerreiros espirituais do Raio Índigo. Eles sabem que têm algo muito especial a fazer neste planeta.



Todavia, desde o momento que chegam, eles são bombardeados com mensagens negativas que afetam o seu auto-valor. Desde quando eles começam a andar, existe um constante "não faças isto/não faças aquilo", até mensagens que dizem "tu és estúpido". Eu já vi uma criança de quatro anos que me informou que ela infelizmente era estúpida. Quão prejudicial isto é, especialmente para um(a) Índigo.



Se fazem um(a) Índigo sentir-se inútil e sem se sentir suficientemente bom, eles tendem a sentir-se que são fracassados. Eles falharam na sua missão, e isto torna-os depressivos, furiosos, neuróticos e auto-destruidores.



Por isso por favor, se é um pai ou mãe ou se toma conta de um Índigo, tenha a certeza que lhes afirma o seu valor e mérito. Respeitem-nos por quem eles são, não interessa o quão diferentes eles são de vocês. Crianças não estão destinadas a serem clones dos seus pais, ou de carregar as suas aspirações. Deixem-nos ser eles próprios, e eles irão florescer e prosperar.



Histórias de Índigos



Eu já trabalhei com muitos Índigos, para os ajudar a equilibrar as suas vidas e para terem sucesso.



A Sonya com nove anos veio ter comigo com um eczema intenso por todo o corpo. Ela estava a dormir mal e estava ansiosa e depressiva. Eu referi-lhe um homeopata para tratar do eczema. O homeopata usou tratamentos homeopáticos e naturopáticos em conjunto com um regime alimentar. Quanto eu trabalhei com a Sonya, eu usei Equilíbrio de Energia, cristais e técnicas de visualização para a ajudar. Depois de vários meses, a mãe dela contou-me que o eczema tinha quase desaparecido por completo, e que ela estava feliz e a gozar da sua vida.



A Lara de vinte e quatro anos veio ter comigo num estado profundo de depressão. Estava desempregada, apesar de ser uma artista qualificada. Fartou-se de chorar durante as nossas primeiras sessões. Eu trabalhei intensivamente com ela por um período de aproximadamente 18 meses, vendo-a uma vez por mês. Nós usamos técnicas de Desobstrução Emocional e Regressão, em conjunto com Equilíbrio de Energia e terapia Cristal.



A Lara encontrou um emprego a condizer com os seus talentos, e eventualmente mudou-se para outro que incluía viajar. Ela estava emocionada com as mudanças na sua vida como resultado do seu trabalho espiritual. Além disso, a sua vida social melhorou e ela deixou a casa da sua mãe e começou a partilhar uma casa com uma amiga.






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  PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE AS CRIANÇAS ÍNDIGO

(Mensageiro Índigo)





As perguntas e respostas que seguem são extraídas do livro Crianças Índigo de Teresa Guerra, onde encontrará toda a informação que necessita para responder a todas as suas questões.


1 - O que é uma criança Índigo?
As crianças índigo possuem uma estrutura cerebral capaz de utilizarem simultaneamente as potencialidades do hemisfério direito e do hemisfério esquerdo, isso significa que elas conseguem ir muito mais além do
plano racional e intelectual, desenvolvendo capacidades espaciais, intuitivas, criativas e espirituais, por isso elas necessitam também de um ambiente propício para poderem desenvolver todas as suas potencialidades
ajudando-nos num futuro próximo a mudar muita coisa que precisa ser mudada no mundo em que vivemos, nomeadamente a diminuir a distância existente entre
o pensar e o agir.
       O "fenômeno Índigo" nasceu a partir da cor índigo que aparece associada à mente (chakra frontal) e à espiritualidade (aura de cor índigo).
Segundo alguns autores, as crianças índigo estão envolvidas por uma aura azul-índigo! Nancy Ann Tappe, nos anos 80 observou que inúmeras crianças
apresentavam esse tipo de aura e tinham características algo semelhantes. Na última década dos anos 90, dois autores norte-americanos Lee Caroll e J. Tober publicaram o primeiro livro sobre "As Crianças Índigo".
        A partir de então muito se tem falado destas crianças que cada vez em maior número (neste momento 90 % das crianças que nascem já trazem
características Índigo, Cristal, Violeta ou outras.) estão a invadir o nosso planeta e apresentam as seguintes características: Inteligentes, sensitivas, intuitivas, com tendência hiperativa, perceptivas, compreendem facilmente as leis universais, são muito criativas e possuem uma memória privilegiada (por vezes falam de vidas passadas com toda a naturalidade) e são dotadas,
como referem alguns autores, de uma espécie de "inteligência espiritual".
Quando o assunto não lhes interessa podem apresentar características de déficit de atenção, mas se, pelo contrário, algum tema lhes desperta a atenção, entregam-se apaixonadamente e passam horas atentas e envolvidas em novas descobertas.
        Vários autores referem que podem distinguir-se 4 tipos de crianças índigo: as humanistas (líderes), as conceptuais (cognitivas ou intelectuais), as artistas (portadoras grande sensibilidade e intuição) e as
interdimensionais (globalmente sobredotadas mas com potencialidades espirituais invulgares).
 

2 - Que características apresentam as Crianças Índigo e as Crianças Cristal?
Crianças Índigo:

Espírito Guerreiro que rompe com os sistemas estabelecido
Crianças Cristal:

Espírito Pacificador 
Pacificadores
Crianças Índigo:

Meta:  Abrir caminho 
Denunciar
Não aceitam o que já não serve agora
Aversão à mentira, falsidade e manipulação
Crianças Cristal:

Meta:  Continuar o caminho começado pela geração índigo
Construir com energias mais subtis
Têm uma força interior extraordinária para conseguirem
elevar o nível de freqüência energético da sociedade
Crianças Índigo:

Especialidade: Denunciar. Provar os limites físicos
Crianças Cristal:

Especialidade:  Liberdade através do exemplo
Provar os limites psíquicos
Crianças Índigo:
Personalidade:  Em geral são extrovertidos
Pioneiros são originais, auto-suficientes, criativos, bastante autônomos 

Determinação, tenacidade
Muita energia e não mostram medo em enfrentar as coisas e as pessoas
Crianças Cristal:

Personalidade:  Mais calmos, pacíficos e gentis. No geral um pouco introvertidos
Ainda mais espirituais
Ainda mais telepáticos
Ainda mais sensíveis
Crianças Índigo:
Formas de conduta: São crianças exigentes q não se cansam de pedir coisas
Não tem medo da confrontação
Rebelde
Crianças Cristal:

Formas de conduta: Diz o que precisa em poucas palavras mas com profundidade, e só quando lhe pedem
Irradia paz e tranqüilidade
Harmoniza naturalmente a energia que o rodeia
É muito afetuoso com as pessoas e percebe as suas
necessidades
Cala-se e retira-se se há conflitos, evita as confrontações
Crianças Índigo:
Características físicas e outras:
Robustos fisicamente
Fortes mentalmente
Crianças Cristal:

Características físicas e outras:
Menos robusto física e mentalmente
Vulnerável emocionalmente
Habilidades psíquicas ativadas desde o seu nascimento
Por vezes sofre com alergias, é mais delicado
Crianças Índigo:
Podem diagnosticar-lhes erradamente:
ADD (Déficit de Atenção)
ADDH (Déficit de atenção com hiperatividade)
Crianças Cristal:

Podem diagnosticar-lhes erradamente:
A doença de Aspergers uma forma ligeira de autismo comum na profissão de programadores, informáticos e engenheiros de sistemas
Autismo
Ser considerado uma criança desconectada, desligada
É precoce em começar a falar
Pode ser que comece a falar tardiamente em geral quando começam a entender que os adultos não entendem a linguagem telepática
Crianças Índigo:
Necessidades em geral:
Alimentar os seus talentos de pioneiros e de lideres
Ferramentas de organização do trabalho
Aprender a diplomacia e a cortesia
Crianças Cristal:

Necessidades em geral:

Utilizar e nutrir as suas habilidades e os seus talentos de pacificadores
Técnicas de limpeza energética e psíquica sensível
Intercâmbio de energia com a natureza (precisa muita estar em contato com a natureza, é vital para eles)
 

3 - Desde quando começaram a aparecer no planeta?

Não é a primeira vez que o planeta assiste à chegada de
consciências que trazem características diferentes do habitual que põem em causa as culturas instaladas. Poderíamos enumerar uma quantidade delas, que
desde há muito, vêm surgindo aqui e ali para nos abrirem um pouco a porta do conhecimento, na maior parte das vezes, foram perseguidos, mal entendidos,
na época em que viveram, e até, alguns chegaram a ser mortos. Tudo isto só porque apresentaram comportamentos diferentes e formas de pensar que punham em causa as instituições e organizações políticas ou religiosas vigentes.
Temos, por exemplo: Pitágoras, Sócrates, Platão, Aristóteles, Jesus Cristo, Leonardo da Vinci, Gandhi, Shweitzer, Einstein e muitos outros.... Eles surgiam para ajudarem a que a mudança fosse algo possível de acontecer e com a sua coragem e determinação se abrissem caminhos novos e diferentes. Graças
a eles a humanidade foi dando os seus passos no sentido de romper com velhas tradições de pensamento e culturas.
 

4 - Como identificar as Crianças Índigo?

Propomos que façam um pequeno teste às vossas crianças para poderem identificá-las, ou não, como crianças índigo. Este teste (embora com algumas adaptações) é apresentado por Lee Carroll no seu livro As Crianças Índigo.

Trata-se de uma criança muito intuitiva (parece adivinhar as coisas) e traz consigo, desde a nascença, uma certa realeza comportando-se como tal?
          Sentem que merecem estar aqui e admiram-se quando outros não os reconhecem. Revelam-se bastante sensitivos (parecem observar, ver, ouvir e detectar acontecimentos, objetos e situações aparentemente impossíveis)?
          São muito sensíveis à música, à pintura, às paisagens grandiosas e sublimes, ao belo?
           Dizem, com naturalidade aos pais quem são e donde vêm e alguma vez referiram ter falado com anjos, Deus, extraterrestres ou outras entidades?
           Preocupam-se muito com questões humanitárias, a fome, as guerras, os problemas ambientais, com os animais abandonados ou maltratados?
            Gostam de ver programas sobre História, Religião e Arte na TV ou na Internet?
            Sentem-se frustrados com sistemas que obedecem a rituais e sem criatividade, apresentam outras formas de fazerem as coisas, tanto em casa
como na escola, o que os torna rebeldes ou simplesmente desinteressados?
          Costumam desenhar figuras exóticas, seres extra-terrestres, figuras estranhas?
          Apreciam conversar sobre Deus, o princípio do Mundo, a Vida, os OVNIS, etc?
          Parecem ser anti-sociais, e, por vezes a escola é o local onde lhes é muito difícil socializar. Apreciam a solidão. Gostam de se fechar no quarto para ficar sozinhos?
          Têm dificuldade em aceitar uma autoridade absoluta. Falam ou escrevem sobre assuntos que parecem não ser para a sua idade e formação?
          Se respondeu SIM a mais de 4 perguntas...esteja mais atento ao seu filho ou educando, porque poderá estar perante uma criança índigo, por isso tente retirar dele mais informações, mas proceda com carinho e amor verdadeiro, porque estas crianças, devido à sua sensibilidade e capacidades extra-sensoriais, apercebem-se facilmente das suas intenções, sobretudo se estas não foram para seu bem. Como sabem elas trazem consigo um verdadeiro detector de mentiras e, intuitivamente, lêem os pensamentos das pessoas com
quem tratam.
 

5 - Qual a educação mais adequada para estas crianças e jovens?
          Em primeiro lugar é fundamental que exista para a criança uma só escola e uma só educação. O complexo processo educativo, para atingir os seus plenos objetivos deve fazer um compromisso com todos os seus intervenientes que em conjunto devem-se envolver em uníssono: pais, professores, alunos. Todos têm que ter consciência de três verdades insofismáveis:
          O potencial humano é muito superior àquilo que nos convenceram.
(Einstein desenvolveu, apenas, entre 5 e 10% das capacidades do seu cérebro....)
          A educação deve ser adquirida naturalmente e com prazer, porque educar sem prazer é deseducar e é como um dia sem sol.
          A educação e a aprendizagem são o único motivo que nos trouxe a este planeta, por isso, deve ser feita com esmero.
          Um sistema de educação alternativo e muito conhecido é o da pedagogia Waldorf que explica de uma forma harmoniosa a relação existente entre o processo íntimo do desenvolvimento da criança e do jovem e as
modificações sofridas pelo homem em sua evolução histórica, pois ajuda a criança a passar por um processo evolutivo de crescimento, amadurecimento e
conscientização progressivos até atingir a maturidade. Para isso promove um acompanhamento adequado com respeito pela sua individualidade e criatividade, para que floresça e desabroche livremente em todas as suas vertentes.
 

6 - Existem no nosso país escolas adequadas a estas crianças?
      Existem muito poucas escolas com pedagogias adequadas e preparadas para promoverem uma educação adequada a estas e muitas outras crianças.
    Em Portugal existem algumas poucas escolas com pedagogia Waldorf mas encontram-se sem vagas.
     Existe ainda uma Escola Montessori para crianças de 1 a 6 anos de idade, contacto 21 456 4733
 

7 - Serás tu um Índigo adulto?
     Se queres saber se é um índigo adulto analise as afirmações que se seguem:
      São muito criativos ainda que na escola não tenham tirado as melhores notas.
      Tem algumas características que fazem parte de crianças índigo.

       Apresentam alguns problemas de concentração e atenção (Sintomas de Desordem de falta de Atenção. Podem apresentar problemas para se concentrarem nas suas tarefas. Podem saltar de tema nas conversas
(palestras, dissertações, etc.)
       Têm uma verdadeira empatia por algumas pessoas e sentem-se bem com pessoas que tenham a sua vibração, mas têm, também, uma profunda intolerância pela estupidez.
       São muito intuitivos, muito criativos e desfrutam fazendo coisas, mesmo que espalhem tudo à sua volta como um caos, sentem-se bem assim...mesmo que os outros reclamem da desordem.
        É difícil para eles fazerem um trabalho repetitivo e obrigatório e sobretudo na escola recusavam-se a fazê-lo.
       Vivem em constante mudança e têm, ainda hoje, problemas com a autoridade. Rejeitam, muitas vezes, a autoridade do professor ou mesmo dos pais quando procuravam impô-la. Questionaram-na e continuam questionando a autoridade.
        Aprendem rapidamente e quando acham que já sabem o suficiente aborrecem-se e desinteressam-se pelos assuntos.
        Se uma coisa ou um tema lhes interessa põem aí toda a sua atenção e não se importam de estar horas a fazer o mesmo.
        Na escola parecia que tinham "picos" e não paravam quietos, quando a matéria não lhes interessava, não lhe servia para nada ou achavam que já sabiam o suficiente sobre o assunto.
         Por vezes mostra ser extremamente sensíveis, ou emocionalmente instáveis, chorando ao mínimo motivo (sem proteção). Ou podem mostrar uma certa falta de emoção (proteção completa).
         Por vezes revoltam-se com certas coisas ou pessoas, parecendo que têm problemas com a Ira.
         Não compreendem e até se revoltam, ou irritam com os chamados sistemas ineficazes que consideram caducos: sistema político, educativo, médico, jurídico, etc.
          Sentem uma verdadeira irritação e ira quando privam dos seus direitos e detestam que os observem ou controlem os teus passos, ficam irritados quando alguém está sempre a observá-los e a criticá-los.
         Procuram o significado da vida e sentem uma vontade grande de mudar ou até melhorar o mundo aderindo, por vezes, à espiritualidade, a alguma
religião ou a grupos ou livros de auto-ajuda.
         Tiveram alguma experiência psíquica, premonições (ver anjos, seres extrafísicos, fantasmas...) experiências fora do corpo, ouvir ruídos ou vozes, etc.
        É sensível à eletricidade e por vezes os relógios não funcionam, as lâmpadas apagam-se quando passa por baixo deles, os aparelhos elétricos funcionam mal ou queimam-se fusíveis ou rebentam lâmpadas...
       Já, alguma vez, tiveram consciência da existência de outras dimensões, de extraterrestres ou da existência de outras realidades paralelas.
       São muito expressivos sexualmente, mas também podem recusar a sexualidade por aborrecimento ou para conseguirem uma ligação espiritual mais elevada. Podem explorar tipos alternativos de sexualidade.
       Tiveram poucos ou nenhum exemplo índigo para imitar.
       Se conseguem encontrar o seu equilíbrio podem transformar-se em indivíduos muito realizados, fortes, sãos e felizes.


Mensageiro Índigo





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As Crianças índigo


Um novo conceito, um passo para nossa evolução. Um fenômeno cada vez mais crescente está ocorrendo em todas as partes do mundo.
As crianças índigo são uma tendência que aumenta a cada dia.
Não se sabe quando começaram a chegar, foram constatados alguns casos nos anos 70, mas o planeta não tinha estrutura e condições para agregar os índigos que foram massacrados pela sociedade bem solidificada nos seus limites.

Porém cerca de 60% das crianças que nasceram nos anos 80 foram constatados como índigos e eles vem nos ensinar muitas lições.

Crianças com características jamais catalogadas estão aparecendo, com capacidades além da compreensão, que marcam um momento de profundas mudanças na humanidade, sejam elas sociais, educacionais, familiares e espirituais de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais.

O termo Criança Índigo vem da cor de suas auras, de um tom azul índigo, inédito em nosso mundo, até então.

Essas crianças são diferentes.

Seus cérebros, atuam de maneira diferente nos hemisférios direito (mais) e esquerdo (menos) fazendo com que elas vão além do plano intelectual e criem verdadeiras revoluções nos planos comportamentais, além de serem pessoas que “pensam com o coração”.

Essas crianças sabem quem são, e uma de suas características mais marcantes é o modo com o qual atuam, onde pensamento, emoção e ação atuam juntos sem maiores interferências da dualidade da terceira dimensão.

Elas já nascem verdadeiros mestres e esperam que as pessoas ao seu redor sejam mestres de suas vidas também e irão pressionar até que isso seja uma verdade.

Um dos maiores males que essas crianças tem como missão resgatar e corrigir é a nossa incapacidade de “fazer acontecer” aquilo que temos como ideal.

A grande maioria das pessoas tem idéia do que é preciso ser feito, onde estão as faltas e os erros, mas ao mesmo tempo, ou não se movem ou evitam se chocar contra esses desafios. Os índigos não, eles observam, e no instante que se sentem chamados para corrigir estes erros, tomam aquilo como uma cruzada e com suas mentes e corações unidos, buscam corrigir as falhas.

Eles nos ajudarão nesse aspecto, onde até hoje não conseguimos agir de maneira coerente com o que almejamos e temos como ideal.

Além disso, todas as regras burocráticas, tendem a cair com eles, pois as regras limitadoras do passado não se adequam ao perfil dessas crianças, que não gostam de filas, não gostam de seguir regras apenas por seguir, e de ordens absolutas sem maiores razões do tipo ”ele tá mandando, então vamos fazer, não é?”. Não. Nada disso tende a se manter como vem acontecendo, pois essas crianças são o futuro e no futuro veremos mudanças e revoluções comportamentais por conta delas.

Elas também têm um forte foco de partilha e solidariedade naturais e onde era o foco do “eu” passa ser o de “nós”, e assim o respeito mútuo será evidenciado e uma sociedade mais próxima de uma unidade estará surgindo a partir daí.

Isso criará mudanças comportamentais importantes e se chocará com todo tipo de egoísmo e exclusão.

As ações dos índigos causam polêmica e repercussão. Sua atuação é sentida na escola, no lar e em todas as instituições que exercem controle e regras e que servem para um outro padrão mais dominável.

Mas como estas crianças conseguirão fazer todas essas mudanças e como podemos ter a pretensão de esperar um mundo melhor com estas crianças diferentes?

O primeiro alvo será a família, que entrará em ebulição caso o comportamento não se adeqüe aos padrões sinceros e autênticos dessas crianças.

A uma geração atrás era comum vermos famílias, onde as crianças eram obrigadas a acatar as regras de seus pais e o respeito era confundido com medo e culpa, fazendo o indivíduo se dobrar para estes padrões.

Aqui entra um dos principais problemas: quem acaba se dobrando são os pais, pela imunidade a culpa dessas crianças, e pelo fato de respeitarem a autenticidade e a razão.

Tudo deve ser explicado, conversado, deve haver uma razão coerente para negar, ou limitar a criança de seus atos, que para elas é correto.

Aqui fica um ponto importante: Repressões insólitas “justificadas” apenas pelo fato dos pais comandarem as regras, trarão problemas, e se por demais repreendidos. Essas crianças tendem, na medida que não encontram mais forças de serem o que realmente são, tenderão a atrofiar suas capacidades mentais, extra-sensorias e comportamentais, e o que era dinâmico e surpreendente passará sim a ser um grande problema.

Os índigos são imunes à culpa e a menos que seja muito bem explicado o motivo da interferência dos pais ou educadores, eles não darão ouvidos e não acatarão ordens castradoras ou limitadoras.

Em exemplo disso - veja só como muitos de nós fomos educados:

“Joãozinho pare! Desça daí!”
“Mariazinha pare de mexer nas plantas, eu estou te avisando...”
Ordens desse tipo não possuem bases de argumento algum para fazê-los compreender, respeitar e seguir. Por isso são repreendidos pois desacatam autoridades banais!

Escute; bem infantil a idéia de “faça isso, pois eu estou mandando!” não é? Pois bem... os índigos também acham e não admitem isso.

Agora algo do tipo... “Maria, porque você está mexendo nas plantas? Olha querida... cuidado para você não fazer sujeira e para não ferir as plantas, tá ok?”; É bem mais adulto, e bem mais fundamentado e por isso poderá ser mais respeitado.

Tudo deverá ser através do diálogo...desde muito novos (afirma-se que mesmo aos 2 anos alguns casos já causam este tipo de problema).

A escola estará sujeita a mudanças, Pois como as crianças índigo são mais sensíveis a vínculos afetivos, o modelo antigo impessoal, quadrado e limitativo, estará ameaçado, pois seus dirigentes deverão fazer alguma coisa no momento em que verem que não é um que não se adeqüa ao sistema, mas o sistema que não se adeqüa mais aos padrões das crianças de hoje.

A comum falta de interatividade, passividade e rotina mecânica e racional das salas de aula não condizem com as capacidades de adaptação e aprendizado dinâmico que essas crianças possuem, pois uma vez não encontrada a solução de um problema, possuem a imaginação e criatividade de encontrarem outros caminhos inéditos e curiosos, levando seus professores a aprenderem com eles.

No momento em que começam a falar eles já começam a questionar e os pais devem estar atentos às repostas, pois seus filhos índigos entenderão quando estão e quando não estão sendo levados a sério e uma característica importante é que estas crianças nutrem respeito para pessoas sinceras e verdadeiras. Noções de respeito sobre a idade, posição social e tudo o mais, com o que estamos acostumados, tendem a se conflitar com a nova moçadinha que só respeita o respeitável.

É muito triste quando uma dessas crianças perde a confiança em alguém.

Pessoas falsas ou com personalidade ludibriosa costumam ser desmascaradas, na presença destas crianças que fazem interrogatórios como se pudessem ver o íntimo de cada um (e verdadeiramente podem!).

Olham as pessoas nos olhos e ali, munidas de percepção extra-sensorial, já sabem quem esta mentindo ou escondendo alguma coisa. Isto ajudará em muito a humanidade a ser mais autêntica e na hora de se cumprimentarem não será necessário dizer “olá, está tudo bem?”.

Mesmo quando bebês ainda, são surpreendentes. Por mais que possa parecer que não entendem uma só palavra, devemos levar em consideração que sua linguagem e percepção estão além desta terceira dimensão, limitada, dual e racional. Elas estão além, estão na quarta dimensão ou dimensões ainda maiores e palavras ditas com o coração são melhor compreendidas por elas e quando chorarem podemos conversar com elas dizendo....
“A mamãe esta trocando sua fralda para você ficar mais à vontade, cheirosa e não ficar mais irritada e o melhor, não ficará assada e poderá dormir prazerosamente como bem merece!!!!!!! (Isto dito com o coração repleto de sinceridade e intenção, com a certeza de que realmente a criança está entendendo tudo, pois realmente está).

Características comuns apresentadas por uma criança índigo:

-Elas nascem, sentem-se (e agem) como nobres;

-Acreditam merecer estar nesse mundo e se surpreendem quando as outras pessoas não pensam da mesma maneira;

-Tem dificuldades em lidar com autoridades absolutas (sem explicação ou possibilidade de questionamento);

-Recusam-se a desempenhar determinadas tarefas. Esperar em uma fila por exemplo, é algo difícil para elas.

- Frustram-se com sistemas ou tarefas que seguem rotinas rituais e repetitivas em que não possam usar criatividade;

-Costumam identificar maneiras mas eficazes de fazer as coisas tanto em casa quanto na escola, o que as torna verdadeiras “destruidoras de sistemas” (pois não se adaptam a qualquer tipo de convenção).

-Parecem não se relacionar bem com pessoa alguma que não seja igual a elas. Se não encontram ninguém com quem possam compartilhar suas idéias e opiniões fecham-se e sentem-se incompreendidas. A escola normalmente é uma experiência difícil para elas, em termos sociais.

-Não respondem a técnicas de disciplina associadas a culpa (tipo: “espere só até a hora em que seu pai chegar e ver o que você fez”);

-Não tem vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.
• É muito intuitiva e determinada no que quer;
• Tem alta sensibilidade;
• Tem excessivo montante de energia;
• Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração, principalmente quando não está a fazer o que gosta;
• Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela;
• Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada;
• Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática;
• Pode se tornar frustrado facilmente se tiver grandes idéias, mas faltar apoio de pessoas ou recursos que permitam atingir o objetivo final;
• Aprende através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou ser simplesmente ouvinte;
• Não consegue ficar quieta ou sentada, a menos que esteja envolvida em alguma coisa do seu interesse;
• É muito compassiva; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados;
• Se ela experimentar muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente;

Veremos agora uma pequena relação dos tipos índigo constatados:
(O texto abaixo refere-se aos tipos de índigo e foi 100% extraído do livro “Crianças Índigo”, de Lee Carrol e Jan Tober, Editora Butterfly)
1 - HUMANISTAS: São do tipo que trabalham com as massas. Serão os médicos, advogados, vendedores, professores, executivos e políticos de amanhã. Hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos, são sempre muito simpáticos e tem opinião própria. Podem agir de maneira estranha, pois sendo hiperativos acabam às vezes batendo contra uma parede, por exemplo, por se esquecer de parar. Não conseguem brincar com um brinquedo apenas. Têm de tirar todos do armário, nem que seja só para ficar olhando para eles. São do tipo que precisa ser constantemente lembrado de seus deveres, como organizar seu quarto, pois são capazes de iniciar a limpeza, mas ao ver um livro, senta-se para ler e fica completamente distraído, se esquecendo do que estava fazendo. Aliás os humanistas são leitores vorazes. Ontem eu estava em um avião e um índigo de três anos estava fazendo barulho ao meu lado até que sua mãe lhe deu um folheto de regras de segurança de vôo para ler. Ele parou, sentou-se, abriu o folheto e começou a olhar as figuras com ar muito sério como se estivesse lendo o texto com muita atenção. Ficou ali, quieto durante uns cinco minutos. Obviamente não conseguia ler, mas parecia mesmo estar. Este é o típico índigo humanista.
2 - CONCEITUAIS: Interessam-se mais por projetos do que por pessoas. Serão os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficiais militares do futuro. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães , se forem meninos e seus pais, se forem meninas. E quando conseguem podem ter grandes problemas. Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente às drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem ”não quero que entrem no meu quarto” é porque há algo de errado.
3 - ARTISTICOS: Costumam ser mais sensíveis e mais acanhados em estatura do que os outros tipos. São muito criativos e serão provavelmente professores e artistas. Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudam medicina por exemplo, podem virar cirurgiões ou pesquisadores. Quando decidem estudar teatro , tendem a se tornar excelentes atores. Entre os quatro e dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas por apenas cinco ou dez minutos, deixando-os de lado para procurar outros.
Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de musica a nunca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis instrumentos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir e se especializar em um deles.
4 - INTERDIMENSIONAIS: são fisicamente mais desenvolvidos, que os outros índigo e já aos dois anos respondem a tudo dizendo: ”Eu sei e posso fazer sozinho. Deixe-me em paz”. Trarão novas filosofias e religiões ao mundo. Podem ser briguentos por causa do seu tamanho e por não se encaixarem na sociedade, como os outros tipos.
Por fim gostaria de acrescentar para os pais, educadores, pessoas que de alguma forma atuam com crianças e adolescentes:
Temos muito a aprender com essas crianças, no máximo poderemos orientar como nosso mundo é... pois o resto, elas próprias nos orientarão como deveremos agir e recriar um novo mundo!







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ENERGIA DE EQUILIBRIO PARA AS NOVAS CRIANÇAS
(Kate A. Spreckley)




As Novas Crianças têm sistemas de energia muito sensíveis que podem se tornar adversamente afetados pelo ambiente em que vivemos. O sistema de energia muito sintonizado das Novas Crianças assimila a energia emocional negativa, mental e ambiental que as envolve e elas absorvem esta energia como uma esponja. Isto leva a criança a ficar infeliz, não ancorada, deprimida e ou zangada, tudo isto as leva a começar a fazer escolhas insignificantes e à auto-sabotagem. A vida pode se tornar muito difícil tanto para a criança como para os pais, pois a criança começa a agir e a expressar estas energias negativas e prejudiciais.

Muitos pais ficam preocupados com o bem-estar emocional dos seus filhos e buscam  aconselhamento. Alguns sintomas de desequilíbrio energético podem incluir o seguinte:

- A criança pode se tornar muito ansiosa, preocupando-se com muitas coisas e pode desenvolver comportamentos obsessivo-compulsivos como um modo de competir.

- Algumas crianças e adolescentes parecem deprimidos e podem até se ferir ou cometer suicídio.

- Outra dificuldade é a criança hostil cuja raiva e reação parece imensa em contraste com a situação. Estas crianças podem virar a casa ou a sala de aula de cabeça para baixo com o seus acessos de raiva e comportamentos rebeldes e reativos.

Todos os comportamentos acima podem ser visto como sintomas de um desequilíbrio energético na criança, devido as suas experiências pessoais e ambientais, e não simplesmente como problemas comportamentais. As causas essenciais que impelem estes "comportamentos" precisam ser tratadas para que a criança seja um membro próspero e totalmente operante da sociedade.

Muitas das Novas Crianças precisam de movimento físico para manter os seus cérebros ligados e a sua capacidade de processar rapidamente, enquanto a capacidade de realizarem várias atividades ao mesmo tempo freqüentemente lhes dá erradamente o rótulo de ADD/ADHD, junto com uma prescrição para Ritalin.

Ritalin é uma droga estimulante que tem um efeito sedativo nas Novas Crianças estressadas. Ritalin pode dar a impressão de aumentar a habilidade da criança de ficar tranqüila e de prestar atenção. Ele, no entanto, não corrigirá a energia confusa e crônica que leva aos padrões energéticos que são criados na criança, que provocam enfim, problemas a longo prazo para a criança. Estes novos padrões energéticos podem entorpecer a criança para o seu verdadeiro potencial e pode tornar difícil para a criança se adaptar ao nosso mundo orientado pelo cérebro esquerdo.

Para criar crianças saudáveis e positivas, nós precisamos ajudá-las a se tornarem conscientes do funcionamento de sua energia e a reconhecerem quando os seus sistemas estiverem desorganizados e não ancorados. A criança que fica "atordoada" e totalmente em sua cabeça, ao invés de sintonizada na informação dos seus corpos físicos, assimilará mais facilmente a energia negativa. Se elas viverem neste estado por longos períodos de tempo, elas se sentirão emocionalmente entorpecidas ou intensamente reativas, sem idéia quanto ao por que as suas emoções são tão opressivas.

Os métodos de cura requeridos para ajudar e auxiliar estas crianças para enfrentar a sua sensibilidade, precisam  trabalhar com os quatro aspectos do ser: o corpo físico, o corpo emocional, o corpo mental e o corpo espiritual.

O ajuste e o equilíbrio da energia é um processo que usa uma energia muito poderosa para limpar, reparar e equilibrar todos os centros de energia no corpo. O processo principal de cura deve limpar o corpo de energia, o corpo físico e os pensamentos e as cargas emocionais que uma pessoa tem com determinados eventos, memórias, pessoas ou situações. O foco está na clarificação e no equilíbrio dos diferentes aspectos do indivíduo.

É um processo maravilhoso que restaura e alinha rapidamente o campo de energia de uma pessoa, restaurando o equilíbrio, o foco e a paz interiormente. É profundamente relaxante e pode ser um processo meditativo, removendo o stress do corpo, mente e alma. A mudança pessoal rápida pode ser efetuada em qualquer pessoa que queira aperfeiçoar as suas vidas e pode funcionar com muito sucesso em uma ampla variedade de problemas.

É um método de cura muito suave e eu tenho trabalhado com bebês recém-nascidos, com crianças e adultos de todas as idades.

Muitas crianças mais velhas consideram-no útil por ter alguém com quem conversar, que compreende exatamente como a vida tem sido para elas e as dificuldades que elas têm e que outros não compreendem ou apreciam. Muitos adultos simplesmente têm problemas de estar "aqui", e o trabalho de energia e aconselhamento subseqüente pode beneficiar todos que estejam desejando se curar e transformar as suas vidas.

Para mais informações no Ajuste e Equilíbrio de Energia, por favor enviem um e-mail em Inglês para: kate@spiritpathways.co.za



Tradução: Regina Drumond 


Em Inglês: www.spiritpathways.co.za




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DNA e Mudanças Celulares - Estamos nos tornando ÍNDIGOS





O Dr. Berrenda Fox fornece evidências de mudanças no DNA e nas
células em seu artigo escrito por Patricia Resch. Dr. Fox provou, através de exames de sangue, que algumas pessoas têm realmente desenvolvido novas seqüências de DNA.
P.R.: Berrenda, conte-nos um pouco sobre sua experiência
B.F.: Eu sou doutorado em Fisiologia e Naturopatia. Durante meu treinamento na Europa, também estive envolvido com a mídia, e ainda continuo, em filmes e gerenciamento. Como você sabe, estou trabalhando com a Rede de Televisão Fox, a fim de trazer um pouco de entendimento sobre extraterrestres e seu papel no que está acontecendo com a humanidade no momento atual. Os mais conhecidos são "Sightings" e "Arquivo X".
P.R.: Quais são as mudanças que estão ocorrendo neste momento no planeta, e como nossos corpos têm sido afetados?
B.F.: Existem grandes mudanças, mutações que não ocorriam, de acordo com geneticistas, desde quando, supostamente, saímos da água.
Há alguns anos atrás, na cidade do México, houve uma convenção de
geneticistas de todo o mundo e o tópico principal foi a mudança no DNA.
Nós estamos fazendo uma mudança evolucionária, embora não saibamos em no que vamos nos transformar.
P.R.: Como está mudando o nosso DNA?
B.F.: Todas as pessoas têm uma hélice dupla de DNA. O que estamos descobrindo é que existem outras hélices que estão sendo formadas. Na hélice dupla, existem duas seqüências de DNA enroladas em uma espiral.Meu entendimento é o de que iremos desenvolver doze hélices. Durante este tempo, que parece ter começado talvez entre 5 e 20 anos atrás, temos sofrido uma mutação. Esta é a explicação científica. É uma mutação da nossa espécie em algo para o qual o resultado final ainda não é conhecido.
As mudanças não são conhecidas publicamente, porque a comunidade científica sente que isso iria amedrontar a população. De qualquer forma, as pessoas estão mudando a nível celular. Estou trabalhando atualmente com três crianças que possuem três hélices de DNA. ( O livro Surfista de Zuvuya - José Arguelles fala sobre o os 3 filamentos de DNA).
A maioria das pessoas sabe e sente isso. Muitas religiões têm falado sobre a mudança e sabem que ela ocorrerá de diversas formas.
Nós sabemos que é uma mutação positiva mesmo que fisicamente, mentalmente
e emocionalmente possa ser mal compreendida e assustadora. P.R.: Estas crianças estão demonstrando alguma característica diferente de outras crianças?
B.F.: Estas são crianças que podem mover objetos através da sala apenas se concentrando neles, ou podem preencher copos com água apenas ao olhá-los. Elas são telepatas. Você quase pode considerá-las como parte angélicas ou super-humanas, mas elas não são. Eu acho que elas são aquilo no qual estaremos nos tornando durante as próximas décadas.
P.R.: Você acha que isso ocorrerá com todos nós?
B.R.: Parece que a maioria das pessoas, começaram alguma coisa para a geração seguinte, dando a ela a capacidade de formar outra hélice durante seu tempo de vida. Nossos sistemas imunológico e endócrino, são a maior evidência destas mudanças. Esta é uma das razões pelas quais trabalho com pesquisas em testes imunológicos e terapia.
Alguns adultos os quais testei já têm outra hélice de DNA em formação. Alguns já estão em sua terceira hélice. Estas pessoas estão passando por uma série de mudanças em suas consciências e corpos físicos, porque estas duas coisas são na verdade uma só. Na minha opinião, a Terra e todos que aqui vivem, estão aumentando sua própria vibração.
Muitas das crianças nascidas recentemente têm seus corpos magneticamente mais brilhantes . Aqueles de nós que somos mais velhos, e que escolhemos mudar, temos que passar por diversas alterações físicas.
P.R.: O que provoca mudanças em corpos nascidos com as duas seqüências de DNA normais?
B.F.: A maneira mais fácil de mutação em nosso DNA é através dos vírus. Consequentemente, os vírus não são, necessariamente, maus.
Os vírus vivem unicamente em tecidos vivos. Vírus de DNA como Epstein
Barr e Herpes não alteram a estrutura celular. O retro virus HIV não é um vírus de DNA. Ao contrário de provocar mutações no corpo, na verdade, ele o devora.
A maioria das pessoas que passa por este processo, como que ressurgindo do outro lado, muda para uma nova profissão, uma nova forma de pensar, ou pelo menos, inicia um novo modo de viver. Embora elas possam se sentir doentes, cansadas, ou algumas vezes desesperançosas, isto é, na verdade, um dom. Foi dada a elas a chance de mudar sua estrutura de DNA e seu corpo para um corpo mais saudável e brilhante, que pode mantê-los na próxima geração. Os anjos que têm sido vistos, são sinais de que estamos mudando. Eu entendo que temos até aproximadamente o ano 2012 para completar este processo.
P.R.: Que outras mudanças podemos esperar?
B.F.: Não ocorrerão doenças, não precisaremos morrer. Seremos capazes de aprender nossas lições não através do sofrimento, mas através de prazer e amor. O sistema antigo desmoronou e isso não poderia ocorrer sem uma grande luta. Então, vocês têm guerras, várias formas médicas de cura não estão funcionando, o governo não está agindo. Vários antigos paradigmas não podem mais existir, embora lutando para manter-se, mas não há dúvidas de que tudo está mudando.
Aqueles de nós que escolheram viver neste momento são precursores de quase praticamente uma nova espécie. É humana, embora estejamos ao mesmo tempo manifestando o paraíso na Terra. Estamos recebendo ajuda extra de mestres e extraterrestres, seres angélicos, e aprendendo a entrar em nosso íntimo. Quanto mais sejamos capazes de entrar e de ouvir aquela voz silenciosa interior, mais estaremos em sintonia com as mudanças que estão ocorrendo.
P.R.: Quais são alguns dos efeitos colaterais destas mudanças?
B.F.: Com uma mudança celular, você irá algumas vezes sentir como se você não estivesse aqui. Você pode se sentir exausto, porque nós estamos literalmente mudando células e nos tornando novos seres. Como um bebê, você pode necessitar de muito descanso. Podem ocorrer sintomas como confusão mental e não ser capaz de se concentrar em tarefas rotineiras, já que fomos programados para algo maior. São comuns sofrimento e dores no corpo para os quais não haja nenhuma causa específica.
Muitas pessoas sentem como se estivessem ficando loucas. Se estas pessoas forem a um consultório médico ortodoxo, é bem provável que sejam medicadas com Prozac, porque não saberão diagnosticá-las. É difícil para a profissão médica porque eles não estão habituados a lidar com o corpo energético. Porque os chacras estão relacionados ao nosso sistema endócrino, as mulheres passarão por mudanças hormonais. Poderão chorar sem saber porque, já que chorar libera hormônios. Muitas mulheres passarão pela menopausa mais cedo porque estamos acelerando.
Os homens poderão ficar muito frustrados com a exaustão já que estão tão acostumados em serem ativos. Podem sentir seu lado feminino aflorar porque este é o lado intuitivo. A terapia emocional que tem sido difundida nos últimos 20 a 30 anos vem se acelerando com novas técnicas para estas mudanças. Nós estamos atualmente realizando um grande trabalho emocional em um curto espaço de tempo que deveria, na verdade, levar milhares de anos.
P.R.: Como você trata uma pessoa que está passando por estas mudanças?
B.F.: Eu abordo o assunto pelo ponto de vista de trabalhar cada pessoa individualmente ao invés de tratar uma doença. "Doutor" em latim significa educador. O único serviço efetivo que você pode realizar como um verdadeiro curador é o de fortalecê-las com as ferramentas necessárias e lhes reassegurar de que o que está acontecendo é real e de que elas podem se curar e se libertar dos sintomas "negativos" enquanto se curam. Primeiro, eu solicito um teste imunológico que não é realizado tradicionalmente. É um exame de sangue laboratorial realizado através de uma especialidade avançada de pesquisa em laboratório. Então, eu dou ao paciente as informações. É mais ou menos como um mapa das mudanças, para que eles tenham o poder da própria cura. Eu não sou o curador mas apenas um instrumento em seu processo de cura individual. Ocorre um processo em cada pessoa quando olha para seu próprio exame de sangue e que vê o seu mapa e o que está acontecendo em seu corpo, que causa algo como um clique no subconsciente. A verdadeira chave é a de que a pessoa toma a responsabilidade e faz o seu próprio trabalho.
O que eu uso como ferramentas não são comumente usadas. Eu uso várias Terapias Orgânicas, que são um tratamento glandular vindo da Europa, para preparar o sistema hormonal para aceitar as mudanças no DNA. Também uso homeopatia para trabalhar no corpo energético, vitaminas, ervas
e terapia a laser frio. A terapia depende inteiramente das necessidades individuais.
Muito do que eu faço me foi passado por aqueles aos quais chamaria irmãs e irmãos mais velhos que se foram antes de nós. Eles são de outros sistemas solares de onde todos nós viemos para ajudar a este planeta nesta transição.
P.R.: Como você prevê a evolução de seu trabalho?
B.F.: Eu encaro meu trabalho como uma ponte ou transição. Ele é tanto científico quanto artístico. Curar é uma arte e uma ciência.
Usar apenas a ciência ou apenas a arte não é suficiente para uma cura completa. Eu não acho que serei um curador durante toda a minha vida porque acredito que as doenças serão eliminadas. Nós, como pessoas conscientes, iremos eliminar as doenças e sofrimentos.





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O Índigo quando perde seus sonhos

(por Jennifer Hoffman)

(08/08/2011)





Recebi um e-mail neste fim de semana de uma pessoa que solicitava os meus serviços de graça, porque não podia pagar por eles. Li o e-mail e senti que o problema não era o dinheiro, embora isso fosse o assunto do e-mail, o problema era que ele era alguém que tinha todo o poder e dons necessários para criar a realidade que ele queria, mas tinha perdido os seus sonhos e sua capacidade. Eu não poderia suportar sua condição de vítima, por isso recusei seu pedido, enquanto sugeri que fizesse alguns ajustes em seu pensamento, a começar por tomar a responsabilidade de manifestar seus sonhos.

O número de Indigos, jovens e velhos, que se sentem derrotados pelas circunstâncias de sua vida e que sentem que o mundo deveria ter compaixão por eles é grande. Eles não percebem o poder que têm para mudar sua situação, e ir além da condição de vítima, que eles permitiram tornar-se a sua verdade e de como retomar os seus passos de forma mais satisfatória e positiva. Eles perderam os seus sonhos e sua capacidade de sonhar e para  ajudá-los precisam ter a visão de como voltar ao caminho.

Em um ponto escuro na vida de meu filho Indigo, percebi que havia apoiado sua condição de vítima e ele tinha todo o direito de se sentir assim por causa de coisas do passado, mas para apoiá-lo, eu não estava dando razão, força ou motivação para mudar. Então eu disse-lhe que, embora eu o amasse e fosse apoiar a realização de seus sonhos, já não podia manter a energia por ele como uma vítima. Foi uma discussão difícil, mas foi o que ele precisava para assumir o controle de sua vida e começar a manifestar uma realidade diferente, e ele o fez.

alguém que perdeu seus sonhos e sua maneira, mas se você está nessa situação O poder de manifestar qualquer coisa é apenas um pensamento vago na distância, mas uma mudança no pensamento "eu não posso" para "eu posso" é um grande motivador e permite que a energia comece a se mover. As circunstâncias podem mudar em um piscar de olhos e o movimento da energia é dinâmica, mas somente quando apoiada por intenção consciente e foco. E os Indigos têm todo o poder que eles precisam para criar os seus sonhos, desde que façam a escolha de fazê-lo ao invés de deixar que as decepções do passado e as circunstâncias ditem o seu caminho na vida. Eles são manifestações poderosas e podem criar qualquer coisa, contanto que se vejam como uma geração de transformação e não como vítimas do status quo.


Tradução: Margarita Lopez





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AS CRIANÇAS DIAMANTES: As Crianças da Nova Terra


(Nascidas a partir de 2009)

 








por Marielle Croft, do Canadá



Novas almas chegaram ao mundo no primeiro trimestre de 2009, quando ocorreram associações planetárias raras e poderosas. 

Entre elas, podemos seguramente dizer que alguns Mestres Ascensionados também encarnaram e estamos mudando as suas fraldas agora!
Não se passará muito tempo antes que percebamos os poderes espirituais incomuns e extraordinários dos bebês recentemente nascidos. 

Eles começaram a chegar por volta da Lua Nova em Capricórnio, em 26 - 27 de Dezembro de 2008. Ficou melhor alcançar o seu ápice em Fevereiro de 2009, embora eles continuassem a chegar até o início de Abril de 2009. 

Então as coisas começaram a se acalmar, mas continuando com a elevada significação assim criada, sem retornar onde uma vez estivemos. 

A energia da Humanidade foi elevada vários graus no processo.
Assim que elas entraram no plano físico as suas vibrações se fundiram com a nossa energia coletiva. 

Elas mantêm permanentemente estas elevadas freqüências para todos nós, não importa como a sua vida física pudesse ser. 

Elas chegam como um presente para a humanidade e apóiam maravilhosamente o processo da ascensão.
Elas tenderão a ser intensamente intuitivas, místicas e psíquicas. 

A maior parte delas é capaz de perceber a realidade de um ponto de vista multidimensional, incluindo o que esteja além do tempo e espaço. 

Algumas delas serão precocemente sábias, outras podem sofrer problemas de saúde devido a um corpo físico extremamente sensível. 

Algumas podem até ser incapazes de alcançar qualquer conexão coerente e realística com o mundo físico. 

Em poucas palavras, podemos esperar o inesperado, porque elas tenderão a viver principalmente em seus chacras mais elevados (em níveis mais elevados de consciência). 

Isto as levará a experienciar provavelmente um determinado grau de resistência quanto à descer totalmente à forma física. 

Seu "problema" geral será uma falta de ancoragem. 

Seus pais e zeladores podem auxiliá-las imensamente, usando o apoio de curadores para ajudá-las a descer e a se estabilizarem em seu corpo humano. 

Quando chegar o momento em que elas alcançarem a vida adulta, estes tratamentos provarão ter sido de grande valor em relação à administração efetiva e realística das responsabilidades.
Nos quarenta anos passados, os conselheiros descreveram o perfil de um tipo diferente de consciência na juventude de hoje. 

Eles as chamam de crianças Índigo. 

Elas foram provavelmente o quebra-gelo para que mais viessem desde que elas não estão vindo mais. 

Depois delas nós observamos mais duas séries de almas descritas como crianças Cristal e do Arco-Íris. 

No início de 2009 parece haver ainda outra onda e o nome para o seu grupo não surgiu ainda, mas podemos chama-las de crianças diamantes.







Fonte: http://comandoestrelinha.ning.com/





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CRIANÇAS ÍNDIGO: Um mundo mágico







por Stefanie Miller
10 de Março de 2012.



Desde que o conceito de Criança Índigo tornou-se conhecido, muitos pais, adolescentes e jovens adultos foram realmente capazes de se identificar com os traços e características. Embora ninguém queira rotular ninguém, especialmente as crianças, aqueles que ressoam com este conceito, sentem uma compreensão mais profunda, se sentem menos solitários, mais competentes e têm uma sensação de conforto por não se sentirem mais como alienados e incompreendidos.



O termo Criança Índigo foi atribuído à cor relacionada ao chacra do terceiro olho, que é a cor predominante de sua aura. O terceiro olho está associado à intuição, ao discernimento espiritual e à iluminação. Muitas Crianças Índigo são dotadas de muita intuição, intensa percepção e são despertas espiritualmente desde uma idade muito precoce. Elas também podem ser muito empáticas e percebem facilmente o que os outros estão sentindo e pensando. Até que aprendam como se proteger, elas terão uma tendência a absorver e a assumir as energias que estão ao seu redor. Muitas destas crianças são capazes de ver anjos, espíritos e ir além do véu da percepção humana usual, mas muitas têm o sono perturbado.



As Crianças Índigo são frequentemente referidas como sábias, além dos seus anos, ou velhas almas. Desde muito jovens, elas começam a se comunicar em um nível avançado e surpreendem os outros com o seu discernimento e sabedoria. Embora nada tenha a ver com o nível de QI ou de inteligência, elas têm uma percepção natural e aguda. De fato, muitas são diagnosticadas com ADD e TDAH – Distúrbios de Déficit de Atenção e Hiperatividade, dificuldades de aprendizagem, dislexia, autismo, Síndrome de Asperger (Alguns sintomas dos portadores desta síndrome são: dificuldade de interação social, dificuldades em processar e expressar emoções [o que leva outras pessoas a pensarem erroneamente que eles não sentem empatia], interpretação muito literal da linguagem, dificuldade com mudanças, perseveração em comportamentos estereotipados), e condições similares desta natureza. Elas tendem a aprender em seu próprio estilo e têm alguma dificuldade para se conformarem aos padrões rígidos da sociedade. Elas exigem uma variedade de métodos de ensino para acomodar o seu estilo único de aprendizagem que as auxiliem na compreensão e assimilação, visto que o processamento da informação ocorre dentro de uma diversidade de maneiras.



Os Índigos tendem a ser extremamente sensíveis, com falta de controle dos impulsos e de etiqueta social. Elas podem ser muito introvertidas, devido a sua natureza sensível, e tendem a se tornar super estimuladas facilmente, devido à sobrecarga sensorial e assim se introvertem para evitar ambientes agressivos, energia negativa e experiências desagradáveis. Por outro lado, elas podem ser muito extrovertidas visto que elas têm uma energia muito elevada, desejando uma imediata satisfação dos seus desejos. Elas têm um propósito de vida que inclui trazer uma maior consciência para a sociedade para afastar os velhos e obsoletos paradigmas, que já não mais funcionam e nem nos beneficiam, para outro que seja mais transparente e justo.



Vocês podem identificar um Índigo pelo seu carisma, charme, inteligência e ainda uma perspicácia e discernimento aguçados. Não importa se eles são uma criança ou adolescente. Eu gostaria de dizer que os Índigos brilham intensamente e embora a maioria das pessoas não possa ver a sua aura, podemos facilmente percebe-la pela forma com que nos sentimos perto deles. Suas presenças nos faz sentir bem, traz felicidade e faz com que queiramos sorrir. Vocês podem sentir a sua originalidade e perceber que eles são seres muito amorosos, afetuosos e genuínos.



Quando um Índigo se torna irritado e frustrado com o “sistema”, seja em casa ou na escola, ele desafiará a autoridade. Se alguem não concorda com o que eles percebem como válido, justo e produtivo, eles se tornarão desafiadores. Eles não têm nenhum problema em dar opiniões abertamente, assumir o comando e provocar agitação se eles sentirem que o seu ponto de vista não está sendo compreendido e respeitado. Uma vez que eles se tornem inflexíveis quanto a fazer algo é quase impossível mudar a sua mente, se eles sentirem que é injusto ou que vai contra o seu conjunto de ética e de valores. Eles são autênticos e se o que eles estão vendo não estiver em alinhamento com o que eles pensam que seja certo, eles reagirão violentamente.



Eles são também muito criativos, pessoas ativas que necessitam de uma válvula de escape para a sua energia. Precisam  ser desafiados, inspirados e estimulados de uma maneira que os ensine a canalizar a sua energia de maneira mais produtiva. O que um Índigo pode criar e conceituar é preenchido com um potencial ilimitado, quando estimulado em um ambiente que seja propício para o aprendizado e a expressão criativa. O ambiente, tanto em casa quanto na escola, precisa ser um local estruturado e amoroso, com um perfeito conjunto de regras, com recompensas e consequências que sejam claramente explicadas e facilmente definidas. Necessita que haja consistência e uma rotina em sua programação diária, mas espaço para pensar fora da caixa, uma válvula de escape para que eles extravasem a sua imensa quantidade de energia, e um canal para criarem, seja através da música, dança, arte, escrita criativa, etc.



Como eu mencionei antes, os Índigos são seres intensamente sensíveis. Eles tendem a ter muitas alergias ou asma, e a desenvolverem irritações na pele, tais como erupções cutâneas e eczemas. Sensibilidades aos alimentos podem ser predominantes, bem como para ingredientes como: corantes, açúcar, alimentos processados, trigo, glúten e cafeína. Eles também tendem a ser muito emotivos e podem facilmente ter os seus sentimentos feridos. Em razão de serem muito empáticos, eles têm uma tendência a absorver a energia dos outros e a assumir o seu humor e atitude.



Eu não acredito em rotular qualquer pessoa ou em colocar mais ou menos importancia em alguém ou alguma coisa. A consciencia de nosso planeta está mudando e, portanto, as almas que foram escolhidas para aqui vir, têm todas uma consciência mais elevada, chamem-nas de Índigo ou de outra forma, visto que há muitas linhagens com atributos e características levemente diferentes, mas com o propósito de vida de elevar a consciência de uma maneira ou de outra. 



As de gerações passadas, tiveram que trabalhar em si mesmas para se libertarem de velhas formas de pensamento, padrões e modos de fazer as coisas, que lhes foram transmitidos através de sua família, antepassados e a sociedade. As crianças e jovens adultos de hoje já têm uma compreensão mais elevada de como fazer deste planeta um lugar melhor. Temos que liberar os velhos modos, a fim de concebermos e realizarmos mudanças verdadeiras e duradouras em nosso mundo. Os Índigos vieram para nos guiar em uma nova maneira de ser, mas primeiro, precisamos criá-los e educá-los de uma maneira que seja apropriada e eficaz.






Traduzido por: Regina Drumond Chichorro 

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