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Uma aula numa Oficina da ESCOLA DE CRIATIVIDADE da Casa Índigo

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Palestra Sobre Crianças Índigo no Esporte Clube Pinheiros de São Paulo com Ibiatan Upadian no dia 24/03/2015



  Banner produzido pelo Esporte Clube Pinheiros para divulgação da palestra 
entre os seus associados



No dia 24/03/2015, terça-feira, o tradicional Esporte Clube Pinheiros, localizado em São Paulo, na Av. Faria Lima, Bairro de Pinheiros, promoveu a apresentação da palestra "Desmistificando as Crianças Índigo e as Crianças Hiperativas", com Ibiatan Upadian.



A palestra que foi realizada na Sala de Conferência do Clube e era exclusiva para os seus associados, começou as 20:30hs. e deveria encerrar-se até as 22:00hs, mas o interesse dos presentes foi tanto que a palestra acabou por prolongar-se até as 23:30hs.



À Direção do Esporte Clube Pinheiros (ECP) os nossos sinceros agradecimentos pela oportunidade e pela receptividade.

As pessoas ou instituições interessadas em promover esta e outras palestras gratuitas com Ibiatan Upadian devem nos contatar através do e-mail: instit.mensageiros.amanhecer@gmail.com











domingo, 5 de abril de 2015

O Agricultor Rebelde - A Agricultura Ecológica




         




Sepp Holzer é um Permacultor austríaco que construiu uma das maiores fazendas de Permacultura na Europa. Ele simplesmente observa a natureza e trabalha com ela em completa harmonia, interferindo o mínimo possível.



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Muitos agricultores em países em desenvolvimento podem dobrar sua produção de alimentos no prazo de uma década, aderindo à agricultura ecológica e deixando de usar pesticidas e fertilizantes químicos, afirma um relatório da Organização das Nações Unidas.

 Plantas que capturam insetos no Quênia e o uso de patos no Bangladesh para consumir ervas daninhas em arrozais estão entre os exemplos de medidas tomadas para aumentar a produção de alimentos para a população mundial, que a ONU diz que chegará a 7 bilhões de pessoas este ano e a 9 bilhões até 2050.

"A agricultura está numa encruzilhada", segundo o estudo de Olivier de Schutter, o relator especial da ONU sobre o direito à alimentação, em uma campanha para reduzir os preços recordes dos alimentos e evitar o modelo de agricultura industrial, que tem custo alto e é dependente do petróleo.

A "agroecologia" também pode tornar a agricultura mais resistente ao impacto projetado das mudanças climáticas, incluindo enchentes, secas e a alta do nível dos mares, que, segundo o relatório, já deixou a água doce perto de alguns litorais salgada demais para poder ser usada na irrigação.

Até agora, projetos de agricultura ecológica em 57 países trouxeram ganhos médios de 80 por cento nas safras, usando métodos naturais para enriquecer o solo e proteger contra pragas, diz o relatório.

Projetos recentes em 20 países africanos resultaram na duplicação das safras no prazo de três a dez anos.
De acordo com o levantamento, essas lições podem ser reproduzidas em outras partes do mundo.

"A agricultura ecológica correta pode elevar significativamente a produção e, no longo prazo, ser mais eficaz que a agricultura convencional", disse De Schutter à Reuters, referindo-se a medidas como maior uso de adubos naturais ou de árvores altas para fazer sombra a cafezais.

Os benefícios serão maiores "em regiões onde poucos esforços foram investidos na agricultura, especialmente na África subsaariana", disse ele. "Também há várias experiências muito promissoras em partes da América Latina e da Ásia."

"O custo da produção de alimentos vem acompanhando de perto o custo do petróleo", disse ele. As revoltas na Tunísia e no Egito foram parcialmente vinculadas à insatisfação com a alta dos preços dos alimentos.

"Se os preços dos alimentos não forem controlados, e as populações não puderem se alimentar, veremos cada vez mais Estados conturbados e o surgimento de mais Estados falidos", disse De Schutter.

De Schutter também pediu uma campanha de diversificação da produção agrícola global, para reduzir a dependência sobre o arroz, trigo e milho nas dietas.

Mas, segundo ele, os países desenvolvidos não conseguirão aderir rapidamente à agroecologia devido a sua "dependência" de um modelo agrícola industrial, baseado no petróleo. Mesmo assim, para o autor do estudo, é necessário um esforço global de longo prazo em direção à agricultura ecológica.

Cuba demonstrou que essa mudança é possível, depois que a queda da União Soviética, em 1991, cortou seu suprimento de fertilizantes e pesticidas baratos. Após uma queda nos anos 1990, a produção agrícola cubana subiu outra vez, na medida em que os agricultores adotaram métodos mais ecológicos de cultivo. 




Fonte: http://jornadaagroecologia.com.br/node/21
 https://www.facebook.com/pages/Terra-Sem-Transg%C3%AAnico/445336002179687?fref=nf
 https://vimeo.com/93361410










Garoto de 15 anos incentiva a produção orgânica e local


Com apenas oito anos de idade, Birke Baehr já defendia o consumo consciente de alimentos e a produção orgânica local. O norte-americano foi o participante mais jovem do TEDxNextGeneretion, que destaca projetos inovadores de adolescentes para atingir o grande sonho de mudar o mundo.
 
Seu discurso enfatiza os problemas do modelo atual da produção de alimentos e encoraja as pessoas a ‘pensar localmente, optar por orgânicos e conhecer o fazendeiro fornecedor para saber a procedência da sua comida’.
Para espalhar suas palavras e convicções, o pequeno foi além das palestras: escreveu o livro infantil ‘Birke na Fazenda’, que conta a história de um menino em busca de comida de verdade.

No futuro pretende se tornar um agricultor orgânico, pois acredita que assim poderá causar mais impacto do que como um jogador de futebol, por exemplo. Aos poucos. É assim que Birke acredita poder mudar o mundo.

Assista,abaixo, ao vídeo do menino no TEDxNextGeneration e inspire-se!
   

        




Fonte: http://www.thegreenestpost.com/garoto-de-15-anos-incentiva-producao-organica-e-local-pelo-mundo
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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Ritalina, a droga legal que ameaça o futuro




























ATENÇÃO

O medicamento é uma bomba  “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”.  “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”



Por Roberto Amado, no DCM


É uma situação comum. A criança dá trabalho, questiona muito, viaja nas suas fantasias, se desliga da realidade. Os pais se incomodam e levam ao médico, um psiquiatra talvez.  Ele não hesita: o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) e indica ritalina para a criança.

O medicamento é uma bomba. Da família das anfetaminas, a ritalina, ou metilfenidato, tem o mesmo mecanismo de qualquer estimulante, inclusive a cocaína, aumentando a concentração de dopamina nas sinapses. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. 

Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções. É um alívio para os pais, claro, e também para os médicos. Por esse motivo a droga tem sido indicada indiscriminadamente nos consultórios da vida. A ponto de o Brasil ser o segundo país que mais consome ritalina no mundo, só perdendo para os EUA.

A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao  Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela.

O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam. É preciso colocá-las na escola logo no primeiro ano de vida, preencher seus horários com “atividades”, diminuir ao máximo o tempo ocioso, e compensar de alguma forma a lacuna provocada pela ausência de espaços sociais e públicos. Já não há mais a rua para a criança conviver e exercer sua “criancice.

E se nada disso funcionar, a solução é enfiar ritalina goela abaixo. “Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la a lidar com essa criança. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada”, diz a médica.

Mas os problemas não param por aí. A ritalina foi retirada do mercado recentemente, num movimento de especulação comum, normalmente atribuído ao interesse por aumentar o preço da medicação. E como é uma droga química que provoca dependência, as consequências foram dramáticas. “As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento”, diz a médica. “Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA)”.

Enquanto isso, a ritalina também entra no mercado dos jovens e das baladas. A medicação inibe o apetite e, portanto, promove emagrecimento. Além disso, oferece o efeito “estou podendo” — ou seja, dá a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso. “Não há ressaca ou qualquer efeito no dia seguinte e nem é preciso beber para ficar loucaça”, diz uma usuária da droga nas suas incursões noturnas às baladas de São Paulo. “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”, diz ela.
Com efeito comparável ao da cocaína, droga é receitada a crianças questionadoras e livres. Professora afirma: “podemos abortar projetos de mundo diferentes”

Fonte : http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/ritalina-a-droga-legal-que-ameaca-o-futuro/























Mais um Adolescente morre vitima do uso de RITALINA





Matthew Smith, que morreu aos 14 anos, devido a "Insuficiência Coronária Aguda devido a Doença Isquêmica do Coração devido ao uso a longo prazo de metilfenidato (Ritalina).

O menino foi apenas 1 entre as 186 crianças que morreram pelo uso de tarja preta, apontados em um levantamento feito nos EUA (1990-2000). No Brasil não temos este tipo de estatísticas, embora sejamos o 2º maior consumidor do mundo de metilfenidato (Ritalina, Ritalina LA e Concerta), informação divulgada pela ANVISA (que não inclui todo o mercado clandestino).


O que é importante notar aqui é que Matthew não tinha qualquer condição cardíaca pré-existente ou defeito.


Fonte:  Dr. Renan Marino - https://www.facebook.com/renan.marino.50?fref=ts